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Copa do Brasil

Marquinhos Santos vive momento turbulento no Coritiba

Se for eliminado pelo Fortaleza, técnico coxa-branca balança no cargo

13 mai 2015 - 07h00
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A unanimidade do técnico Marquinhos Santos à frente do Coritiba não é mais a mesma. O treinador, com a pior sequência de resultados à frente da equipe paranaense, vê seu trabalho ser questionado após quatro derrotas consecutivas.

Marquinhos Santos é o sexto técnico que mais comandou o Coritiba na história
Marquinhos Santos é o sexto técnico que mais comandou o Coritiba na história
Foto: Heuler Andrey / Getty Images

Sem vencer há 22 dias, quando ganhou do Londrina por 3 a 0 no Estádio Couto Pereira pela semifinal do Estadual, o comandante encara uma situação complicada no Alto da Glória. O time perdeu duas vezes para o Operário nas finais do Campeonato Paranaense, por 2 a 0 e 3 a 0, respectivamente, além do Fortaleza pela Copa do Brasil e da Chapecoense pela Série A, ambos por 2 a 1.

Esse retrospecto atual do técnico alviverde é pior entre suas duas oportunidades como técnico do clube coxa-branca. Em 2012, em sua primeira passagem, Marquinhos Santos teve duas fases complicadas: Pelo Campeonato Brasileiro, o treinador chegou a perder três jogos consecutivamente. Quando foi demitido, outra sequência também indigesta: três derrotas e dois empates entre a competição nacional e a Copa Sul-Americana.

O revés no último domingo para o time catarinense decretou de vez o momento difícil vivido. Entretanto, o comandante preferiu ver a atuação com bons olhos e aposta que haverá evolução daqui para frente. “Já tínhamos detectado que teríamos um período de turbulência, difícil. Eu já percebi uma equipe recuperada mentalmente após a perda do título e a derrota na Copa do Brasil, com uma postura diferente e melhor organizada, mentalmente mais forte”, avalia.

Com 113 partidas pelo Coritiba, o técnico é o sexto no ranking alviverde de treinadores que mais comandaram o clube na história. Marquinhos Santos está atrás apenas de Paulo Bonamigo (123), Tim (126), Marcelo Oliveira (131), Dirceu Kruger (185) e Felix Magno (201). "O grupo todo tem conversado bastante. Estamos fechados, e o Marquinhos quer ver a nossa evolução. Pressão em um clube grande é normal, inevitável", opina o jovem Rafhael Lucas, artilheiro coxa-branca na temporada.

Esse momento turbulento, inclusive,fez o treinador cometar algo raro, que é de perder a linha e mudar o discurso rotineiro de evitar polêmicas. Após o revés no jogo de ida contra o Fortaleza, o técnico criticou jogadores publicamente, como Cáceres e Negueba, além de cobrar a própria diretoria na busca por reforços. O vice-presidente de futebol, Ernesto Pedroso, rebateu dizendo que todas as contratações do ano foram avaliadas e validadas pelo comandante.

Marquinhos Santos costuma se pronunciar somente depois das partidas, em entrevistas coletivas. Raramente participa das janelas de imprensa disponibilizadas em dias que antecedem os duelos. E essa mudança de tom vista no momento só reforça que “fugir” deste combate com frequência é a melhor saída atualmente.

Fonte: PGTM Comunicação - Especial para o Terra PGTM Comunicação - Especial para o Terra
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