Presidente da Uefa 'boicota' Fifa e não comparece à final da Copa do Mundo
Entidades vivem momento de divergências políticas especialmente após o caso Balogun
O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, não compareceu à final da Copa do Mundo de 2026 em um gesto considerado como 'boicote' devido a divergências políticas com a Fifa, intensificadas pelo caso Balogun e outros conflitos recentes.
Aleksander Ceferin, presidente da Uefa, não compareceu à final da Copa do Mundo de 2026, no duelo entre Espanha e Argentina, no domingo, 19, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. De acordo com o The Times, a ausência do dirigente é considerada um 'boicote' da Uefa em relação à Fifa, considerando o momento tenso vivido entre as duas instituições, especialmente após o caso Balogun.
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A retirada da suspensão do jogador dos Estados Unidos foi classificada como 'sem precedentes' pela Uefa, que repudiou a atitude da Fifa. Outro caso que gerou desgaste entre os órgãos foi a impossibilidade do árbitro somali Omar Artan em atuar na Copa após ter sua entrada negada nos EUA mesmo portando o passaporte diplomático.
Em resposta, semanas depois, a Uefa nomeou Artan como árbitro da final da Supercopa da UEFA entre PSG e Aston Villa, no próximo dia 12 de agosto.
Outra medida que expõe a falta de sintonia é o fato de a entidade europeia ter se recusado a utilizar em suas competições medidas adotadas pela Fifa durante o Mundial, como a interpretação do protocolo do VAR, que resultou na expulsão de Embolo, da Suíça, e na punição de jogadores que tapam a boca para se comunicar com adversários em momentos de confronto.
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