'Estilo de sobra': relembre os cortes de cabelo mais icônicos da história das Copas
Ao longo dos anos, jogadores exibem penteados que ficam marcados na memória dos torcedores, tanto quanto gols e títulos
Jogadores de futebol marcaram as Copas do Mundo não apenas pelos gols e títulos, mas também pelos cortes de cabelo icônicos que se tornaram símbolos de estilo e memória ao longo das edições do torneio.
A Copa do Mundo vai muito além do que acontece dentro de campo. Entre os acontecimentos, a cada quatro anos, jogadores também ficam conhecidos por penteados que atravessaram gerações e se tornaram símbolos dos Mundiais. Confira alguns dos cortes de cabelo mais icônicos da competição:
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Bobby Charlton (Inglaterra, 1966)
Um dos destaques da seleção inglesa campeã do mundo, Charlton eternizou o famoso comb-over, penteado que utilizava para disfarçar a calvície. Anos depois, admitiu que a escolha talvez não tenha sido das mais elegantes.
Carlos Valderrama (Colômbia, anos 1990)
Os volumosos cachos loiros transformaram o ex-meia colombiano em um dos rostos mais reconhecíveis da história do futebol. O visual virou sua marca registrada dentro e fora dos gramados.
Roberto Baggio (Itália, 1994)
O italiano chegou à Copa dos Estados Unidos exibindo o famoso "Rabo de Cavalo Divino", combinação de mullet e trança que virou tendência entre torcedores e ajudou a consolidar sua imagem de estrela mundial.
Taribo West (Nigéria, 1998)
Conhecido pelas tranças coloridas, o defensor chamou atenção ao aparecer com extensões verdes durante a Copa da França. Ao longo da carreira, costumava adaptar as cores do cabelo aos clubes que defendia.
Seleção da Romênia (1998)
Em uma das ações coletivas mais marcantes da história dos Mundiais, praticamente todo o elenco romeno apareceu com os cabelos descoloridos. A iniciativa buscava reforçar a união do grupo e virou uma das imagens mais lembradas daquela Copa.
David Beckham (Inglaterra, 2002)
Já consagrado como ícone de estilo, Beckham popularizou o moicano durante a Copa do Mundo de 2002. O corte rapidamente se espalhou por diversos países e se tornou uma febre entre os jovens.
Ronaldo (Brasil, 2002)
Nenhum visual gerou tanta repercussão quanto o famoso "Cascão". O atacante raspou quase toda a cabeça e deixou apenas uma faixa de cabelo na frente. Anos depois, revelou que a mudança serviu para desviar a atenção da imprensa sobre uma lesão. O Brasil foi campeão e o corte entrou para a história.
José Luis Perlaza (Equador, 2006)
O defensor equatoriano apostou em um visual pouco convencional, com fios longos na parte frontal, laterais raspadas e cabelo comprido na nuca, criando um dos penteados mais extravagantes já vistos em Copas.
Rodrigo Palacio (Argentina, 2014)
A famosa trança fina na nuca era mantida por superstição. O atacante acreditava que o penteado lhe dava sorte e se recusava a cortá-lo enquanto sua carreira seguia em boa fase.
Neymar (Brasil, 2018)
O topete descolorido usado na Copa da Rússia dividiu opiniões e virou meme nas redes sociais. Uma das brincadeiras mais famosas veio do ex-jogador francês Eric Cantona, que publicou uma foto com macarrão na cabeça acompanhada da legenda: "Estilo Neymar".
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