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Valcke ameniza crítica de Felipão sobre naturalizados e cita leis rígidas

10 out 2013
16h01
atualizado às 16h51
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Valcke disse que os regulamentos da Fifa são rídigos para impedir "feira de naturalizados"
Foto: Getty Images

Atual secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke adotou um tom conciliatório ao ser questionado sobre uma crítica recente de Luiz Felipe Scolari. Confrontado com o comentário do treinador da Seleção Brasileira sobre a permissividade da Federação Internacional de Futebol sobre a naturalização de jogadores, o dirigente citou o regulamento que considerou "rígido" da instituição. 

A polêmica foi levantada depois de a Espanha manifestar interesse em recrutar Diego Costa para defender a seleção campeã do mundo. O fato de o jogador, artilheiro do Campeonto Espanhol, já ter defendido o Brasil no início deste ano em um amistoso não seria impeditivo: a Fifa exige que o atleta tenha feito apenas partidas oficiais por um time nacional. 

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"Nós sabemos que há regulamentos rígidos e claros na Fifa. Reconhecemos que não há sonho maior de um jogador que jogar na seleção. Se ele não puder jogar no próprio país e tiver dupla nacionalidade, não há motivo para proibi-lo, a não ser que já tenha jogado por outra seleção", disse Valcke. "Se houver um abuso, estamos dispostos a mudar regulamentos sempre que sentirmos que haverá impacto de maneira negativa no futebol", acrescentou.

Já Ronaldo, questionado sobre o tema, preferiu ser mais humorado. "Dupla cidadania não é novidade. Temos casos recentes como Deco na seleção portuguesa. Adoraria que um Messi ou um Cristiano Ronaldo tivesse sido rejeitado por seu país para poder jogar pelo Brasil. Se o Messi não tivesse jogado ainda pela Argentina eu preferiria ele ao Diego Costa", brincou. 

Fonte: Terra
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