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Médico diz que Cristiano Ronaldo não está se sacrificando

24 jun 2014
17h11
atualizado às 17h49
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Cristiano Ronaldo correu o risco de ficar fora da Copa do Mundo devido a uma tendinite no joelho esquerdo e, apesar de ter jogado os 90 minutos nos jogos contra Alemanha e Estados Unidos, mostrou não estar 100% fisicamente. Nesta quinta-feira, o médico da seleção de Portugal, Henrique Jones, afirmou que os exames realizados não apontaram qualquer problema com o melhor jogador do mundo.

<p>Cristiano Ronaldo vem mostrando nos jogos que está longe de suas melhores condições físicas</p>
Cristiano Ronaldo vem mostrando nos jogos que está longe de suas melhores condições físicas
Foto: AFP

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Diferente do que chegou a ser veiculado em Portugal – que Cristiano Ronaldo teria feitos diversos exames desde que desembarcou no Brasil -, Jones contou que o único exame de ressonância magnética feito pelo atacante foi antes do amistoso contra o México, no dia 6 de junho. O resultado tranquilizou o departamento médico sobre qualquer risco de lesão.

“O Cristiano Ronaldo, como todos sabem, estava apenas jogando. Nesses últimos dois meses e meio, ele nunca treinou como está treinando agora. Temos um bom relacionamento com o departamento médico do Real Madrid e sabíamos de tudo o que acontecia com o Cristiano. No dia do jogo contra o México, fizemos um exame que nos tranquilizou. Clinicamente o Cristiano Ronaldo estava em condições de disputar a Copa do Mundo”, disse o médico português.

Além de Cristiano Ronaldo, outros jogadores causaram preocupação ao departamento médico de Portugal. No primeiro jogo, o goleiro Rui Patrício, o lateral esquerdo Fábio Coentrão e o atacante Hugo Almeida deixaram o campo lesionados. Coentrão, inclusive, foi cortado da Copa do Mundo. Diante dos Estados Unidos, o atacante Hélder Postiga e o lateral André Almeida também precisaram ser substituídos por Paulo Bento.

“Foram feitos diversos exames, como sanguíneo e de suporte energético, e eles nos deram garantia de que todos os 23 jogadores tinham condições de dar o melhor na Copa do Mundo. O problema é que um terço de nossos jogadores disputou o Campeonato Espanhol, um dos torneios mais competitivos do mundo. E agora eles estão sentindo essa carga”, explicou Henrique Jones, que também integra o comitê médico da Uefa.

No treinamento desta terça-feira, realizado em Campinas, Rui Patrício, André Almeida, Hélder Postiga e Hugo Almeida trabalharam separados do outros companheiros. Eles ainda não sabem se terão condições de jogo para o duelo decisivo de quinta-feira, contra Gana, no Mané Garrincha, em Brasília.

Com apenas um ponto, Portugal precisa de uma combinação improvável de resultados se quiser continuar na Copa do Mundo. Além de golearem Gana em Brasília, os lusos terão que torcer por uma vitória da Alemanha sobre os Estados Unidos na Arena Pernambuco.

Fonte: Terra
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