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Brasileiro Série C

"Felipão, me leva para Seleção", pede Flávio Caça-Rato, do Santa Cruz

26 nov 2013 - 20h42
(atualizado em 26/11/2013 às 17h54)
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Flávio Caça-Rato já era querido pela torcida e agora fez gol decisivo para Santa Cruz
Flávio Caça-Rato já era querido pela torcida e agora fez gol decisivo para Santa Cruz
Foto: Eduardo Amorim / Brisa Comunicação e Arte - Especial para o Terra

A torcida do Santa Cruz brinca pela internet e pede Flávio Caça-Rato na Seleção Brasileira, ainda mais após o gol marcado na partida decisiva contra o Betim, que sacramentou o acesso à Série B. Mas, após fazer história no elenco que fez o time pernambucano voltar a ser reconhecido no cenário nacional, o jogador também entrou na onda e fez questão de pedir uma chance ao treinador Luiz Felipe Scolari.

“Felipão me leva pra Seleção!”. Mesmo reconhecendo que tem outros jogadores que estão mais perto de ganhar a chance, não é um pedido irônico e está longe de ser só uma brincadeira para o folclórico atleta. Em coletiva após a vitória sobre o Betim, ele lembrou que todo jogador sonha em vestir a camisa verde e amarela e acredita que ir para um clube maior pode ser uma forma de aparecer mais para chegar ao objetivo, ou até mesmo se transferir para Real Madrid e Barcelona.

Santa Cruz vence Betim e volta à Série B após seis anos:

“Quem não quer jogar em um time grande? Aqui o Santa Cruz é grande, mas trabalho para chegar a clubes maiores”, diz o amuleto da torcida tricolor, que após mais uma participação decisiva procurou dar atenção à sua família. Fugiu para Porto de Galinhas ontem, passou na casa da sua mãe na comunidade de Chão de Estrelas e nesta tarde já participou normalmente do treinamento com os atletas que não participaram dos 90 minutos diante do Betim. Na verdade ele ainda busca se firmar como titular e sabe que não pode se dar ao luxo de deixar de ser o esforçado atleta que sempre mostrou ser no Arruda.

Por sinal, a parceria entre Caça-Rato e a torcida do Santa Cruz parece ser um dos segredos para o sucesso do jogador. Questionado sobre a sensação que tinha ao ouvir seu apelido gritado por mais de 60 mil torcedores no Arruda, no domingo passado, ele contou que fica “todo arrepiado, eu estava conversando com Renatinho e Dênis (Marques) e minha mão estava gelada, então eu acho que a torcida sentiu e eu também que iria entrar e fazer o gol”.

Fonte: Brisa Comunicação e Arte - Especial para o Terra Brisa Comunicação e Arte - Especial para o Terra
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