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Ancelotti: 'Copa do Mundo ganha quem leva menos gols, não quem faz mais'

Treinador diz não se sentir pressionada após derrota para a França em amistoso

30 mar 2026 - 12h12
(atualizado às 13h35)
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O técnico Carlo Ancelotti concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira, na véspera do jogo do Brasil contra a Croácia, válido pelo segundo compromisso da Data Fifa, e deu o tom do que o torcedor brasileiro deve esperar do time em campo após a derrota para a França na semana passada. Acostumado a um futebol ofensivo, ele disse que o trabalho está finalizado e o equilíbrio vai ser a principal marca da equipe nacional.

"Está pronto sim. Acho que os últimos dois mundiais que o Brasil ganhou, ganhou por uma fantástica conexão entre o talento e o aspecto defensivo. A história fala muito claro. O Brasil para ganhar Mundial tem que ter talento, e temos, e também defender bem. Não há outra via. Só jogo ofensivo não estou convencido. Copa do Mundo ganha quem leva menos gols, não quem faz mais", afirmou.

Carlo Ancelotti, treinador do Brasil.
Carlo Ancelotti, treinador do Brasil.
Foto: Pedro Kirilos/Estadão / Estadão

Em um tom sereno , ele afirmou que não existe pressão sobre o seu trabalho em função da derrota para os franceses e afirmou que o foco é estritamente o que o Brasil deve apresentar quando começar a Copa do Mundo que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá.

"Crítica é normal. Eu tenho muito claro que o mais importante é o resultado, mas para nós o resultado mais importante é o primeiro jogo da Copa do Mundo", afirmou o comandante. O principal torneio de seleções tem seu início marcado para o dia 11 de junho. O Brasil integra o Grupo G e faz a estreia contra o Marrocos, dia 13.

Na entrevista coletiva, Ancelotti falou sobre os testes que fez com os jogadores e também comentou sobre Vini Jr. e Raphinha, destaques de Barcelona e Real Madrid, mas que ainda não conseguiram deslanchar pela seleção.

"A Seleção tem Raphinha, Vini como melhores do mundo agora. Creio que vão estar como melhores na Copa. O caráter, a personalidade dos dois jogadores é muito bom". Ele falou ainda sobre o que planeja observar nessas duas partidas.

"O objetivo do jogo contra França e Croácia era testar a equipe titular. A equipe titular não está (em campo) por conta de muita lesão. Tivemos boa sensação dos jogadores, aumenta a concorrência para a lista final".

Por fim, ele também comentou sobre a definição do setor ofensivo, que ainda está em aberto e tem vários postulantes a entrar na lista final. Novamente sob os holofotes desde que foi para o futebol francês, Endrick foi citado pelo treinador.

"Vejo como atacante central, agora está jogando mais ao lado, está fazendo bem também essa posição. É uma posição que requer mais o lado defensivo. Estamos vendo uma evolução muito boa. Endrick como muitos outros vai ser o futuro da Seleção. Temos jovens para o futuro muito interessantes como Endrick, Rayan, Igor Thiago, Wesley... O futuro da Seleção está bem coberto", declarou.

Estadão
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