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Réver garante que confia na conquista do título brasileiro

Zagueiro aponta cansaço como uma das razões para irregularidade de Paquetá nos últimos jogos

14 set 2018
14h02
atualizado às 17h02
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Um dos líderes do atual elenco do Flamengo, o zagueiro Réver espera por um clássico "muito pegado", neste sábado à noite, às 19 horas, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, diante do Vasco, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ao mesmo tempo, o experiente zagueiro, de 33 anos, ainda confia no time da Gávea para a conquista do título nacional. "Sabemos que temos de melhorar, de evoluir. Nada melhor que conseguir uma vitória sobre o rival. Para isso temos de fazer algo diferente. Se somarmos vitórias nos próximos jogos, iremos nos aproximar dos primeiros lugares na tabela."

Réver comentou a queda de rendimento de Lucas Paquetá
Réver comentou a queda de rendimento de Lucas Paquetá
Foto: André Fabiano / Código 19 / Estadão

O Flamengo, que chegou a liderar o Brasileirão, está a cinco pontos de Internacional e São Paulo e a dois do Palmeiras, terceiro classificado. "Acho que as pessoas que colocam o Flamengo fora da disputa do título estão um pouco confusas", comentou.

O fato de o Vasco estar na zona de rebaixamento não interfere na forma de o Flamengo atuar, segundo Réver. "Temos nossos problemas e não temos nada a ver com os problemas deles. Para conseguirmos nossos objetivos, precisamos das vitórias e o jogo de deste sábado é muito importante, pois o resultado em um clássico sempre é um divisor de águas", disse o jogador.

O zagueiro também comentou o momento do meia-atacante Lucas Paquetá, que teve uma queda de rendimento nos últimos jogos e tem sido cobrado pela torcida. "Ele atingiu o máximo na carreira. Convocação para a seleção, interesse de clubes europeus. Agora ele vai precisar se manter no auge, o que é mais difícil do que apenas atingir o auge. Espero que ele seja bem assessorado", afirmou Réver, que apontou o cansaço como um possível responsável pela irregularidade do jovem jogador. "Ele já disputou 50 partidas no ano. Tem hora que o corpo cobra um descanso."

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Estadão
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