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224 milhões: Flamengo pode realizar a maior venda da sua história

7 out 2026 - 17h33
(atualizado às 18h09)
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Resumo
A Roma prepara uma oferta de 40 milhões de euros (R$ 224 milhões) por Samuel Lino, o que pode se tornar a maior venda da história do Flamengo. A investida ocorre após o clube carioca recusar uma proposta inicial de 25 milhões de euros para priorizar títulos, mesmo enfrentando problemas de caixa decorrentes da proibição de casas de apostas, que afetou seu patrocínio máster. Recentemente, a diretoria também barrou negociações milionárias de outros atletas visando manter o elenco forte.

O Flamengo vive um momento estratégico em suas bastidores e existe a possibilidade do clube realizar a maior venda da história do clube. A movimentação ganha força após a diretoria rubro-negra ter recusado uma oferta inicial de 25 milhões de euros (aproximadamente R$ 140 milhões) da Roma por Samuel Lino. Insatisfeita com a negativa, a equipe italiana prepara uma nova investida no valor de 40 milhões de euros (aproximadamente R$ 224 milhões), informação que foi divulgada pelo canal FlaZoeiro.

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo / Gávea News

A recusa da primeira proposta ocorreu mesmo diante de um cenário financeiro delicado admitido publicamente pelos próprios dirigentes. O presidente Bap e o diretor de futebol José Boto ressaltaram recentemente a falta de caixa disponível, situação agravada pelo impacto direto nas receitas do clube após a Medida Provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 25 de setembro, que proibiu as casas de apostas (bets) no futebol brasileiro, afetando o contrato com a Betano, até então patrocinadora máster do Rubro-Negro.

Bap chegou inclusive a questionar publicamente como a instituição faria para honrar os pagamentos da contratação do meia Lucas Paquetá.

Apesar do aperto nas contas, a prioridade da diretoria vinha sendo o ganho técnico e o projeto esportivo na briga pelos títulos do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores. Além disso, Samuel Lino não foi o único alvo do mercado internacional mantido no Ninho do Urubu: a gestão também rejeitou propostas por Carrascal, Léo Pereira e João Victor, além de uma oferta do Aston Villa por Emerson Royal.

Outra negociação que não se concretizou foi a de Gonzalo Plata com o Dínamo de Moscou, que renderia R$ 72 milhões, mas acabou cancelada após o equatoriano ser reprovado nos exames médicos. Ao todo, as ofertas recusadas por esse grupo superam 70 milhões de euros (cerca de R$ 392,5 milhões).

Gávea News
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