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Egípcios seguem otimistas apesar de derrota dolorida para Uruguai

15 jun 2018
14h14
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Apesar de uma dolorida derrota nos últimos minutos para o Uruguai em sua primeira aparição na Copa do Mundo em 28 anos, os egípcios continuam otimistas sobre suas chances no Mundial após quase arrancarem um empate mesmo sem o atacante Mohamed Salah.

Torcedores egípcios no Cairo 15/06/2018 REUTERS/Mohamed Abd El Ghany
Torcedores egípcios no Cairo 15/06/2018 REUTERS/Mohamed Abd El Ghany
Foto: Reuters

Em cafés nas ruas cheios de fãs vestidos com o uniforme preto e vermelho da seleção do país, torcedores egípcios soltaram um longo e coletivo lamento no momento em que o uruguaio José Giménez marcou com uma cabeçada aos 44 minutos do segundo tempo para garantir uma vitória por 1 x 0 para sua equipe.

Ainda assim, os torcedores egípcios, que têm estado aflitos com notícias sobre a recuperação de Salah de uma lesão no ombro, disseram que a partida foi um bom presságio.

"Mesmo sem Mohamed Salah o time teve um bom desempenho. Todos os jogadores estão jogando bem e Trezeguet foi bem", disse Saeed Aly, de 20 anos, referindo-se ao apelido do meio-campo egípcio Mahmoud Hassan.

Todos os olhares têm estado em Salah, que lesionou-se na final da Champions League no mês passado após marcar 44 gols na temporada pelo Liverpool, surpreendendo os apaixonados por futebol de seu país natal.

O técnico egípcio, Héctor Cúper, disse nesta semana que Salah tinha uma "ótima chance" de jogar contra o Uruguai, mas os heptacampeões africanos optaram por mantê-lo no banco de reservas para descansar antes do jogo contra a Rússia, na terça-feira.

"É preciso ter melhor planejamento para o ataque. Precisa haver movimentação de jogadores. Eu acho que nossa defesa foi boa, mas o movimento do ataque foi zero com relação a todos os outros times", disse Mahmoud Badri, de 33 anos.

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