Emprestado pelo Flamengo ao Cruzeiro, Viña dá declaração sincera sobre seu futuro
Emprestado pelo Flamengo ao Cruzeiro até dezembro, o lateral Matías Viña evitou cravar sua permanência para 2026, lembrando que tem contrato com o clube carioca e que a decisão cabe à diretoria celeste, que possui opção de compra de US$ 4,5 milhões. Feliz na equipe e focado na vaga para a Libertadores, o uruguaio admitiu que ainda busca ritmo ideal para suportar 90 minutos, mas celebrou a evolução física e a confiança obtida ao atuar improvisado como zagueiro na vitória sobre o Bahia.
O lateral-esquerdo Matías Viña falou sobre seu futuro no Cruzeiro após a vitória por 3 a 2 sobre o Bahia, no Mineirão. Emprestado pelo Flamengo até dezembro, o uruguaio evitou confirmar se permanecerá em Belo Horizonte na próxima temporada.
A situação contratual de Viña exige uma decisão da diretoria cruzeirense nos próximos meses. O acordo de empréstimo prevê uma opção de compra definitiva, estabelecida em US$ 4,5 milhões, aproximadamente R$ 24,7 milhões.
"Estou feliz. Não posso falar o que vai acontecer daqui para frente, porque também tenho mais dois anos de contrato com o Flamengo. Vamos falar da porta para dentro aqui com o clube. Estou muito feliz aqui. O grupo me recebeu muito bem. É seguir trabalhando para ajudar o Cruzeiro a conseguir o objetivo da Libertadores. Estamos cada vez mais perto", disse.
O uruguaio chegou a Belo Horizonte em setembro, depois de uma passagem por empréstimo pelo River Plate, e vem buscando recuperar espaço e sequência de jogos. O principal objetivo neste momento é contribuir para que o Cruzeiro confirme sua classificação à próxima edição da Copa Libertadores.
Além das questões contratuais, o lateral também comentou sobre sua condição física. Após enfrentar dificuldades para ganhar ritmo de jogo, ele reconheceu que ainda não sabe como responderia a uma partida completa de 90 minutos. Mesmo assim, afirmou que vem apresentando evolução nos treinamentos e que se sente preparado para continuar recebendo oportunidades da comissão técnica.
"Eu teria que tentar jogar. Ainda não joguei os 90 minutos aqui, mas estou bem. Depois, durante os jogos, você vê. Fisicamente, estou bem. Nos treinamentos, estou me sentindo bem", argumentou.
Na vitória sobre o Bahia, o uruguaio precisou desempenhar uma função diferente daquela em que costuma atuar. Diante dos problemas provocados por lesões e suspensões no elenco, foi utilizado como zagueiro e permaneceu em campo por quase 90 minutos.
A experiência foi considerada positiva pelo jogador, que valorizou a oportunidade de contribuir em outra posição e ganhar confiança para a sequência da temporada. "Hoje, joguei de zagueiro e quero ajudar o grupo. Ter jogado quase 90 minutos hoje ajuda muito a ter essa confiança para, daqui para frente, continuar somando mais minutos", finalizou.
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