Zagueiro que deu entrada dura em Neymar comemora craque na Copa: ‘Confiança pelo hexa aumentou’
Ysllan destaca que atacante santista é jogador diferente e “não podia ficar de fora” do Mundial
O zagueiro Ysllan, atualmente, disputando o Campeonato Brasileiro da Série C pelo Floresta, de Fortaleza (CE), comemorou a convocação de Neymar feita pelo técnico Carlo Ancelotti, na segunda-feira, 18, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, para a disputa da Copa do Mundo 2026.
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“Eu sabia. Eu tinha certeza que o Neymar ia ser chamado. Não podia ficar de fora. A confiança pelo hexa aumentou ainda mais agora”, disse em entrevista exclusiva ao Terra. “O Neymar é aquela cara que pode decidir a qualquer momento. É o único, diferente e vai nos ajudar muito”, destacou.
“Eu sou muito fã do Neymar e quem não é? Principalmente dessa geração. A Seleção sem Neymar não teria graça”, disse. “Apesar da entrada no Neymar, estava torcendo muito para ele ser chamado. O que aconteceu aquele dia foi um lance de jogo, de futebol”, salientou.
Vamos lembrar o episódio
Na época, Ysllan jogava pelo Velo Clube na última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista de 2026 e atingiu Neymar aos 32 minutos do segundo tempo, com um carrinho forte na goleada do Santos por 6 a 0. O lance ganhou grande repercussão nas mídias e redes sociais.
“Na hora eu pedi desculpas pelo que aconteceu, mas ele [Neymar] me xingou muito de tudo quanto era nome. Não sei se ele vai me perdoar, vai de cada um”, relembra o jogador.
Não ia quebrar o Neymar
Apesar de o vídeo mostrar uma jogada bastante ríspida em Neymar, Ysllan garantiu que não teve a intenção de quebrar a perna do adversário. “Não ia quebrar porque eu não fui direto na perna dele”, explicou. “Tem até um vídeo em câmera lenta, que mostra que na hora que eu dou o carrinho, a bola vai, eu vou na lateral do pé dele e não diretamente no pé”, falou. “Meu pé nem tocou nele, apesar da forma que eu vim, pois ele olha antes e pula’, recordou. “Eu fui para tentar roubar a bola, para travar a jogada, na verdade”, explicou.
O zagueiro garantiu que não fez a ação de propósito. “Eu até estava no banco e achei que nem iria entrar no jogo. Daí o professor me botou e eu estava de sangue frio. Na hora que eu fui no lance, eu nem vi que era ele. Independente se era o Neymar ou minha mãe, eu ia entrar do mesmo jeito”, confessou.
“Eu não sou um jogador maldoso. Quando eu estou dentro de campo, eu tento sempre dar o meu melhor para o time que estou defendendo. Sou muito competitivo, então para mim foi um lance normal. Quem não me conhecia, acabou me conhecendo agora. Se fosse qualquer outro jogador do Santos, eu creio que não iria repercutir tanto”, desabafou.
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