Jogadores argentinos se declaram a Messi em despedida da seleção: 'O maior de toda a história'
Craque de 39 anos encerra o ciclo representando o seu país depois de mais de 20 anos
Lionel Messi anunciou sua aposentadoria da seleção argentina após mais de duas décadas. A decisão, motivada também pela morte de seu pai, gerou homenagens de colegas como Rodrigo de Paul e Di María, que o exaltaram como o maior da história. A imprensa argentina destacou a comoção nacional e os impactos esportivos e financeiros que a federação enfrentará sem o astro, marcando o início de uma nova realidade para a equipe nacional após anos de protagonismo do craque.
Lionel Messi revelou que não irá mais atuar pela seleção argentina nesta segunda-feira, 31, em comunicado divulgado nas redes sociais. Depois do anúncio, alguns companheiros de equipe exaltaram a trajetória de mais de duas décadas do jogador vestindo a camisa de seu país.
"Seu amor incondicional pelo nosso país, suas batalhas internas para nunca desistir, sua força para sempre suportar as injustiças, sua liderança e sua qualidade humana com cada jogador que entrava no CT, fazendo com que se sentisse bem, os detalhes e a atenção com cada funcionário da nossa seleção... Só podemos agradecer. O maior de toda a história. Obrigado por nos fazer tão, mas tão felizes. Você não imagina quantos sorrisos arrancou de nós!!", disse Rodrigo de Paul, meio-campista da Argentina e do Inter Miami.
"Seremos eternamente gratos a você por ter levado a Argentina ao topo do mundo. Por ter escolhido ser argentino quando, tranquilamente, poderia ter escolhido outra coisa. Obrigado, Capitão. Obrigado por tudo. O melhor da história", falou o atacante Ángel Di María.
Franco Colapinto, atual único piloto do país no grid da Fórmula 1, também prestou homenagem ao atacante de 39 anos. "Somos muito afortunados por ter tido você e por termos podido desfrutar de você durante tanto tempo. Obrigado por ter se levantado uma e outra vez e por ter dado tudo de si para fazer um país inteiro feliz", escreveu.
Alguns veículos de imprensa da Argentina também se manifestaram diante da despedida de Lionel. O Lá Nación falou um pouco do futuro da equipe após a aposentadoria do seu craque. "Depois de 22 anos em que tudo girou ao seu redor, será preciso se acostumar com uma nova realidade. A AFA (Associação do Futebol Argentino) ainda não fechou nenhum amistoso para a próxima Data Fifa, e uma das razões é que o cachê da seleção muda sem Messi, independentemente de o astro poder estar presente nessa partida de despedida", afirmou o jornal.
Já o Diario Olé, ressaltou o fato do atleta ter mencionado a morte de seu pai como um das razões para a sua decisão. "A decisão havia surgido depois da final. A morte de Jorge não a provocou: apenas terminou de confirmá-la. Talvez por isso Messi tenha escolhido contar esse detalhe. Porque, por trás do anúncio futebolístico, há também uma decisão profundamente pessoal. A Seleção foi uma parte enorme de sua vida, mas sua família também foi. E Jorge esteve ao seu lado durante todo esse caminho."
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