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Corinthians aguarda Caixa para trocar naming rights da Arena; confira detalhes

Banco pede mais prazo para concluir valuation do estádio; diretoria avalia acordo que pode reduzir dívida de cerca de R$ 660 milhões pela construção

10 mar 2026 - 17h30
(atualizado às 17h30)
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Neo Químia Arena, estádio do Corinthians.
Neo Químia Arena, estádio do Corinthians.
Foto: Miguel Schincariol/Getty Images / Esporte News Mundo

O Corinthians segue em negociações com a Caixa Econômica Federal para discutir alternativas envolvendo a dívida da Neo Química Arena, estimada em cerca de R$ 660 milhões. A informação foi divulgada inicialmente pela Itatiaia.

Entre os temas debatidos está a possibilidade de mudança nos naming rights do estádio, atualmente vinculados à marca Neo Química, pertencente à Hypera Pharma.

Na última segunda-feira (9), o presidente do clube, Osmar Stabile, participou de uma reunião com representantes do banco estatal para tratar do assunto.

Durante o encontro, a Caixa solicitou um prazo adicional para concluir o processo de valuation, estudo que estima o valor de mercado dos naming rights do estádio. A definição desse montante é considerada essencial para que clube e banco possam projetar cenários financeiros e avançar nas negociações.

O prazo inicial para a apresentação do estudo já havia se encerrado, mas questões burocráticas, como a aprovação da empresa responsável pela avaliação, levaram a instituição financeira a pedir mais tempo antes de apresentar um retorno oficial ao Corinthians.

Estratégia para reduzir a dívida

A diretoria alvinegra avalia que a renegociação ou eventual troca do contrato de naming rights pode ser uma peça importante para solucionar a dívida relacionada à construção do estádio.

Uma das alternativas discutidas nos bastidores é utilizar um novo acordo comercial como base para quitar ou reduzir significativamente o débito com a Caixa.

Nos corredores do clube, há dirigentes que acreditam que a mudança no patrocinador que batiza a arena poderia deixar o Corinthians muito próximo de encerrar a pendência financeira com o banco.

Desde que assumiu a presidência, Stabile tem defendido a revisão do contrato atual, considerado defasado em relação ao mercado. As negociações envolvendo o tema estão sendo conduzidas diretamente pelo mandatário.

Contrato atual e multa rescisória

O acordo vigente foi firmado em setembro de 2020, quando a Hypera Pharma adquiriu os naming rights do estádio por R$ 300 milhões, distribuídos ao longo de 20 anos, o que corresponde a cerca de R$ 15 milhões por temporada, corrigidos anualmente pelo índice de inflação IGP-M. Com as correções, o valor das parcelas anuais atualmente gira em torno de aproximadamente R$ 21 milhões.

Uma cláusula contratual prevê que, desde setembro de 2025, a multa para rescisão antecipada do vínculo caiu para cerca de R$ 50 milhões, o que tornou a possibilidade de mudança de parceiro comercial mais viável para o clube.

Em algumas projeções discutidas dentro da diretoria, um acordo renovado poderia alcançar valores até três vezes maiores que o vigente, possivelmente com duração menor, estimada em cerca de dez anos.

Interesse do mercado

Embora a Caixa participe das conversas e seja considerada uma possível parceira no processo, ao menos quatro marcas já mantiveram contatos preliminares com o Corinthians sobre a possibilidade de assumir os naming rights.

Entre as companhias que já procuraram o clube estão a própria Hypera Pharma, interessada em manter o vínculo, além de empresas do setor de apostas esportivas e a plataforma financeira PicPay.

Apesar das sondagens, qualquer avanço concreto depende primeiro da conclusão do valuation conduzido pela Caixa, que servirá como base para as próximas etapas das negociações.

Esporte News Mundo
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