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Cantillo vê semestre em jogo para o Corinthians e avisa: 'Temos de ter paciência'

Volante colombiano analisa confronto com o Guaraní do Paraguai, que venceu o duelo de ida por 1 a 0

11 fev 2020
16h31
atualizado às 16h31
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Paciência, inteligência, precaução... As palavras foram utilizadas pelo volante Victor Cantillo para explicar o que o Corinthians precisa nesta quarta-feira, em Itaquera, para superar o Guaraní do Paraguai e avançar à terceira fase da Copa Libertadores da América.

Após perder por 1 a 0 em Assunção, no jogo de ida, o time do técnico Tiago Nunes precisa vencer por dois gols de diferença para garantir vaga. Se devolver o placar da primeira partida, o classificado será conhecido nos pênaltis.

Para o jogador, o semestre do Corinthians está em jogo. "Sabemos da responsabilidade que temos. Estamos jogando o semestre em um jogo e estamos conscientes do que temos de fazer. O Guaraní soube se fechar bem no Paraguai, mas nós geramos condições para conseguir ao menos um empate. Temos de ter paciência e não nos desesperar", afirmou Cantillo.

O colombiano confia na força da torcida para ajudar na classificação. "Aqui, com nossa torcida, e bom futebol, jogando pelas pontas para gerar mais espaço vai ser importante para nós. Não podemos nos desesperar. Isso poderia facilitar para eles. Vamos com calma, temos de pensar bem no que fazer. Temos que ser precavidos e inteligentes", reforçou o volante.

Cantillo repetiu mais de uma vez que o time joga o semestre nesta partida. A eliminação prematura vai forçar uma mudança de planejamento. A temporada foi toda estrutura para o Corinthians chegar na fase de grupos. Se passar pelo Guaraní, o clube terá outra eliminatória contra Cerro Largo (Uruguai) ou Palestino (Chile).

"Sabemos que o Guaraní é um rival difícil. Mas temos de refazer a história. Mais uma vez: estamos jogando o semestre. Sabemos o quão importante é a Libertadores e somos conscientes do que fazer", afirmou Cantillo, citando à eliminação para os paraguaios na Libertadores de 2015.

O volante revelou que, às vezes, procura não pensar no jogo, mas que isso é inevitável. "A gente não quer pensar no jogo em alguns momentos, mas sempre o jogo está na mente. Querendo que comece logo. É preciso ter tranquilidade para fazer as coisas bem. Sou tranquilo e tento não pensar muito no jogo para manter a calma."

Estadão
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