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Rogério Caboclo, ex-presidente da CBF, consegue liminar para recuperar direitos políticos

Decisão da Justiça do Rio anula suspensão do ex-mandatário, que foi denunciado por assédio por uma ex-funcionária

19 jan 2024 - 20h04
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- Fotos: Leandro Lopes / CBF - Legenda: Rogério Caboclo consegue liminar na Justiça do Rio de Janeiro
- Fotos: Leandro Lopes / CBF - Legenda: Rogério Caboclo consegue liminar na Justiça do Rio de Janeiro
Foto: Jogada10

O ex-presidente da CBF Rogério Caboclo conseguiu na Justiça do Rio de Janeiro uma medida liminar para suspender as punições impostas pela Comissão de Ética do Futebol Brasileiro. Sendo assim, abre-se o caminho para que o ex-mandatário recupere seus direitos políticos.

A Comissão de ética da entidade, criada em 2017, que visa gerir o comportamento dentro do ambiente esportivo, havia afastado Caboclo por 21 meses. Em seguida, a punição foi ampliada para mais 20 meses. Na ocasião, uma ex-funcionária o denunciou por assédio moral e sexual.

Decisão da Justiça

Com essa liminar, o ex-dirigente da CBF pode concorrer novamente a cargos eletivos em entidades esportivas. Vale lembrar que antes de ser mandatário, Caboclo foi diretor geral da entidade e trabalhou na Federação Paulista de Futebol.

Cabe salientar que o  processo corria desde o fim do ano passado e estava em segredo de Justiça. A decisão, portanto, foi da juíza Flávia de Almeida Viveira de Castro, da 6ª Vara Cível do tribunal Regional da Barra da Tijuca. No processo, a defesa de Caboclo alega  irregularidades no procedimento que culminou com seu afastamento do futebol.

Em nota, os advogados de Caboclo afirmaram que "Rogério não responde a qualquer processo judicial decorrente dos fatos geradores do procedimento cuja suspensão foi determinada". O ex-presidente da CBF fez acordo com o Ministério Público do Trabalho, em 2021, e pagou determinada quantia pelo arquivamento do processo.

Entenda o Caso

Em 2021, uma funcionária do ex-presidente da CBF o acusou  assédio sexual e moral. Assim, o caso foi à Comissão de Ética da CBF e à Diretoria de Governança e Conformidade. Diante disso, a entidade afastou Caboclo  por 30 dias e depois por um período mais longo (60 dias).

Na denúncia, a funcionária detalhou o dia em que o dirigente, após sucessivos comportamentos abusivos, perguntou se ela se "masturbava". O Fantástico, da TV Globo, divulgou o áudio desta conversa, em 6 de junho. O presidente, porém, negou tais acusações e fechou um  acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro.

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