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Marcelo separa Seleção de protestos: nosso teto é jogar bola

29 mai 2014 - 14h13
(atualizado às 15h03)
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<p>Marcelo disse respeitar os protestos contra a Copa, desde que não tenham violência</p>
Marcelo disse respeitar os protestos contra a Copa, desde que não tenham violência
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Em duas perguntas da imprensa estrangeira, o lateral esquerdo Marcelo foi questionado nesta quinta-feira sobre o que ocorre fora da Granja Comary e domina os noticiários internacionais sobre a organização da Copa do Mundo. E apresentou um discurso que deve acompanhar a preparação da Seleção: o de separar o futebol do que ocorre fora delas com protestos e questionamentos sobre a Copa.

“Cada um tem sua opinião. O nosso teto é jogar bola e dar alegria ao povo brasileiro. Não podemos fazer mais nada. Precisamos jogar nossa bolinha, ganhar e assim ajudar, como foi na Copa das Confederações”, afirmou.

Marcelo se apresentou um dia depois do grupo a Teresópolis e não vivenciou os protestos de professores no hotel utilizado pela Confederação Brasileira de Futebol como ponto de encontro no Rio de Janeiro. O ônibus foi cercado por manifestantes, que colocaram adesivos na lataria e gritaram palavras como "professor vale mais que o Neymar".

A situação ajudou na decisão, anunciada nesta quinta-feira pelo Governo Federal, de colocar o Exército para auxiliar segurança de delegações. Os aeroportos também vão receber cuidado especial para garantir que cenas como a última segunda-feira não se repitam.

Liberado por Felipão para comemorar o título da Liga dos Campeões, Marcelo chegou ao Brasil no dia seguinte e disse ter encontrado um cenário diferente. Segundo ele, o apoio foi irrestrito durante toda a viagem de volta.

“A imagem que tenho no Aeroporto Galeão são de todos dando força, batendo palma. Olhando a cara das pessoas, contentes por ver um jogador que vai representar seu país. Cada um tem sua opinião. Tirando a violência, cada um tem sua opinião e eu respeito”, afirmou.

Fonte: Terra
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