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Botafogo oferece venda de naming rights por rede social

Anúncio foi realizado pelo Instagram, inicialmente. Com críticas de sites e torcedores, clube apagou a postagem, porém manteve o anúncio no site do Social

9 abr 2026 - 13h03
(atualizado às 13h03)
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Ginásio Oscar Zelaya, do Botafogo
Ginásio Oscar Zelaya, do Botafogo
Foto: divulgação/Botafogo FR Social Olímpico / Esporte News Mundo

O Clube Social do Botafogo anunciou, via Instagram, a venda dos naming rights do ginásio Oscar Zelaya, localizado no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. A publicação foi alvo de críticas de torcedores e de sites segmentados do clube, levando o social a apagar a publicação.

A justificativa, de acordo com o que foi mencionado na legenda da publicação, envolve o que indicaram como a "elevação da marca ao próximo nível, com presença, prestígio e legado" e, além disso, que a venda dos naming rights seria "Mais do que exposição: posicionamento estratégico que gera reconhecimento e constrói memória".

Captura de tela da publicação do Social do Botafogo no Instagram, anunciando a venda dos naming rights do ginásio
Captura de tela da publicação do Social do Botafogo no Instagram, anunciando a venda dos naming rights do ginásio
Foto: reprodução/Instagram/obtido nos sites FogãoNET.com e fogonarede.net / Esporte News Mundo

Repercussão negativa

O site Fogo na Rede, cuja publcação da notícia causou o apagar do post por parte do social do Botafogo, abriu o título com o termo "amadorismo". Da mesma forma, a publicação do caso nas redes sociais, por parte do mesmo site, gerou comentários negativos em publicação do Instagram.

Os anúncios, no entanto, seguem no site do social olímpico do clube.

Situação do Clube Social

A parte social do Botafogo conta com 10% da SAF de futebol, enquanto os outros 90% são da Eagle Football Holdings, empresa de John Textor. O clube enfrenta crise financeira com as dívidas que envolvem a compra de jogadores nos últimos anos e, junto a isso, as propostas de aportes financeiros, por parte de Textor, visando quitar tais dívidas e que, no entanto, são criticadas por conta dos altos juros.

Recentemente, John Textor ofereceu um aporte de US$ 25 milhões (cerca de R$ 128 milhões) para ajudar no fluxo de caixa da SAF. No entanto, segundo o jornalista Bernardo Gentile e o site O DIA a parte social pode não aceitar a proposta após uma consulta dos dirigentes ao banco BTG e sob a justificativa de que o aporte pode dar uma porcentagem maior das ações do Botafogo para o empresário estadunidense.

Esporte News Mundo
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