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Oscar Schmidt morreu carregando forte frustração por erro em Olimpíada: 'Não tem um dia que não lembre'

Pela seleção brasileira, Oscar foi tricampeão sul-americano, ouro no Pan-Americano de 1987 e bronze no Mundial de 1978

17 abr 2026 - 17h57
(atualizado às 18h57)
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Filho de Oscar Schmidt se despede do pai: 'Está no hall da fama da vida':

Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos, carregando uma forte frustração por um erro de uma cesta durante a Olimpíada de Seul, em 1988. O Brasil disputava contra a União Soviética e foi eliminado da competição nas quartas de final.

"Jogador bom não pode errar o último arremesso. Aquela minha geração merecia ter uma Olimpíada. A gente merecia um campeonato desse tipo e não conseguimos porque errei. Você não tem muitas chances na vida. Você tem duas ou três no máximo para fazer aquela cesta que te dá um resultado enorme. Tive a possibilidade e errei. Não tem um dia na minha vida que não lembre aquela cesta”, disse Oscar há 7 anos, durante participação no Altas Horas.

Oscar foi considerado o maior pontuador da história do basquete até 2024, quando foi superado por LeBron James. Ele participou de cinco Olimpíadas, quatro campeonatos Mundiais, fez 49.737 pontos em toda a carreira. Pela seleção brasileira, Oscar foi tricampeão sul-americano, ouro no Pan-Americano de 1987 e bronze no Mundial de 1978.

Problemas de saúde

Morre Oscar Schmidt, maior nome do basquete brasileiro, aos 68 anos:

Em 2011, Oscar foi diagnosticado com câncer no cérebro. Na época, ele passou por uma primeira cirurgia, depois foi necessário realizar um segundo procedimento, e fez vários tratamentos. 

Mesmo com a doença, continuou participando de eventos, dando palestra e acompanhando o basquete brasileiro e mundial. Em 2014, o ex-jogador foi diagnosticado com arritmia cardíaca. 

Oscar Schmidt explicou em documentário porque odiava o apelido de ‘Mão Santa’: ‘Não tem milagre no basquete’:

Há quatro anos, em 2022, a lenda da bola laranja afirmou que tinha perdido o medo de morrer e, por isso, optou por não dar continuidade ao tratamento.

"Parei esse ano com a quimioterapia. Eu mesmo decidi. Antes, eu morria de medo de morrer. Fechar o olho e não acordar mais, para mim, era um terror. Graças ao tumor, perdi esse medo. Não quero ser o melhor palestrante ou o melhor jogador. Quero ser um marido e pai melhor." - Oscar, em 2022

Fonte: Portal Terra
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