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Argentina confia na torcida e na mão de Scola contra Brasil

8 set 2014 - 16h01
(atualizado em 8/9/2014 às 15h43)
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Torcedores argentinas serão maioria contra Brasil
Torcedores argentinas serão maioria contra Brasil
Foto: Rafael Duque / Especial para Terra

A partida deste domingo entre Brasil e Argentina, pelas oitavas de final do Mundial de Basquete, será disputada em Madri, capital da Espanha, mas, se depender da participação dos torcedores argentinos, a seleção de Luis Scola jogará contra o time brasileiro como se estivesse em Buenos Aires.

Os torcedores argentinos já se destacaram na fase de grupos do torneio, animando todos os jogos de sua seleção em Sevilha, cidade sede do Grupo B. Agora os milhares de fãs que estiveram acompanhando a equipe na fase de classificação se unem aos argentinos que moram na capital espanhola para lotar o Palácio dos Esportes de Madri no jogo contra o Brasil.

“Nós já estávamos jogando em casa em Sevilha, onde éramos muitos. Agora somos muitos mais. Sempre que a equipe está meio mole, precisa do apoio da torcida”, brincou o torcedor Rafael Ordehoiti, que saiu da cidade argentina de Santa Fé dias antes do início do torneio e pretende acompanhar todos os jogos de sua seleção.

 

O número de torcedores argentinos também preocupa os brasileiros presentes no local da partida. O ex-jogador Cadum Guimarães, armador do time que conquistou a histórica vitória do Brasil sobre a seleção dos Estados Unidos no Pan-americano de 1987, destacou, além da quantidade, a animação dos torcedores da equipe rival.

“Acho que [a Argentina] vai jogar em casa e eles [os torcedores] apoiam de verdade. A torcida deles é diferente da nossa, eles extravasam cantando e estão em um número maior também, mas hoje nós vamos ganhar”, opinou o ex-atleta da seleção.

Além da torcida, Cadum apontou o principal jogador do time adversário no torneio como outra arma da Argentina para o jogo de hoje: “[A diferença vai ser] o Scola principalmente, mas mesmo anulando ele outros podem aparecer. O Brasil precisa ter cuidado”.

O histórico do ala-pivô Luis Scola em partidas contra o time brasileiro também anima os diversos torcedores argentinos que comparecerão na partida válida pelas oitavas de final do torneio. Hernán Matizábal comparou o jogador da NBA com os pivôs brasileiros: “o Scola sempre cresce contra o Brasil. Ele tem muito talento, provavelmente mais que os outros pivôs brasileiros”.

Apesar da euforia, Matizábal acredita que o jogo coletivo do time do técnico Rubén Magnano aliado a uma boa atuação de jogadores-chave pode dar a vitória à seleção brasileira. “Se o Marcelinho [Huertas] distribuir bem a bola e o Marquinhos acertar os arremessos, será um jogo difícil”, afirmou.

O duelo entra Brasil e Argentina no Mundial da Espanha marca o reencontro entre as duas seleções que também se enfrentaram na mesma fase no último mundial, sediado na Turquia. Na ocasião, os ‘hermanos’ venceram a partida por 93 a 89, mandando o Brasil mais cedo para casa.

 
Fonte: Especial para Terra
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