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Hankook enfrenta o desafio da abrasividade e carga lateral extrema no Velocitta

23 jul 2026 - 00h00
(atualizado às 14h16)
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Fornecedora oficial do automobilismo nacional prepara compostos para o circuito mais exigente do ano na sexta etapa da Stock Car e rodadas do TCR, Stock Light e Fórmula 4 Brasil

Hankook enfrenta o desafio da abrasividade e carga lateral extrema no Velocitta
Hankook enfrenta o desafio da abrasividade e carga lateral extrema no Velocitta
Foto: Divulgação/ Assessoria / Stock Car

Foto: José Mário Dias/ JMD Photo

O Autódromo do Velocitta, localizado em Mogi Guaçu (SP), é amplamente reconhecido como o traçado que mais demanda trabalho e resistência dos pneus ao longo de todo o ano. Na etapa que marca o meio da temporada da Stock Car Pro Series, além de rodadas do TCR Brasil e South America, da Stock Light e da Fórmula 4 Brasil, a Hankook se prepara para um final de semana de pura exigência técnica. O circuito de 3.443 metros e 12 curvas em sentido anti-horário impõe uma média superior a uma variante a cada 300 metros, forçando reduções fortes de velocidade em trechos de declive e gerando constante elevação na temperatura dos compostos.

A combinação entre a textura abrasiva do asfalto paulista, os relevos acentuados e as intensas forças de aceleração lateral torna o desempenho dos pneus o ponto central das estratégias de prova. Como o traçado gira em sentido anti-horário, a lateral direita dos carros — com foco especial na roda traseira — absorve a maior cota de esforço. Para conter essa demanda, a Hankook fornece os modelos Ventus F200 para a Stock Car Pro Series e para a Stock Light na especificação 300/680R18. O TCR faz uso da variação 260/660 R18, enquanto os monopostos da Fórmula 4 utilizam medidas diferenciadas de 180/550 no eixo dianteiro e 240/570 no traseiro, ambas adaptadas a rodas de 13 polegadas.

De acordo com a avaliação do departamento técnico da fabricante, a chave para um bom rendimento no circuito está no equilíbrio entre máxima aderência e controle térmico. "O asfalto moderno do Velocitta entrega um nível elevado de aderência, o que ajuda a baixar os tempos de volta, mas também acelera o desgaste natural do pneu. Esse perfil de pista necessita de um composto de alta resistência estrutural e estabilidade contra o calor, garantindo que o piloto mantenha a performance do início ao fim sem perda brusca de rendimento", destaca Leandro Figueiredo, técnico de Garantia e Qualidade da Hankook Tire.

A estabilidade e a constância entregues pelos compostos Hankook permitem que os engenheiros tracem planos de corrida mais agressivos, sabendo que a estrutura do pneu suportará o estresse das frenagens e a oscilação de temperatura sem comprometer a segurança. Essa margem de confiabilidade é vital em um circuito técnico, onde qualquer oscilação no ritmo de volta custa posições valiosas.

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