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Ferrari pede para FIA reformular regra de motores na F1: "Três no ano é muito pouco"

Chefe da escuderia italiana, Mattia Binotto disse que entidade precisa considerar aumentar a alocação de unidades de potência por temporada — depois que quase metade do grid sofreu punições em Monza

19 set 2022 - 12h52
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Foto: Scuderia Ferrari / Grande Prêmio

O grande número de punições transformou a classificação para o GP da Itália de Fórmula 1 em uma confusão. Na Bélgica, já havia sido assim — ainda que em menor escala. Em Monza, nove pilotos foram penalizados — em sua maioria, por troca nos componentes do motor —, o que gerou dúvidas quanto ao grid final tanto em pilotos, quanto em equipes e imprensa.

Mais do que a lambança da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), a quantidade de trocas nas unidades de potência da F1 ficou em pauta após o acontecido na Itália. Cada piloto tem direito a três motores ao longo da temporada — a partir do quarto, o órgão regulador aplica punição.

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E, de acordo com o chefe de equipe da Ferrari, Mattia Binotto, a entidade precisa pensar nas duas questões: encontrar uma melhor — e mais rápida — maneira de esclarecer como as penalidades de grid são aplicadas para definir a largada, além de considerar um aumento no número de motores antes de penalizar equipes e pilotos.

"A razão para a demora (na oficialização do grid) foi, certamente, o fato de que há diferentes interpretações e o regulamento não é claro o suficiente. Isto é algo que precisamos olhar para o futuro: não apenas em como definimos as posições do grid baseadas em punições, como também a quantidade de penalizações — que são muitas", declarou Binotto.

Chefe da Ferrari, Mattia Binotto pediu para FIA rever regulamento e cobrou mais agilidade do órgão regulador
Chefe da Ferrari, Mattia Binotto pediu para FIA rever regulamento e cobrou mais agilidade do órgão regulador
Foto: Ferrari / Grande Prêmio

"É difícil para um torcedor, creio, ver o carro da pole-position não começar na pole-position por causa de punições. Então, talvez, três motores por piloto é muito pouco neste estágio. Talvez seja algo a ser reconsiderado para as próximas temporadas", pediu o chefe da escuderia italiana.

A Fórmula 1 chegou ao fim da parte europeia da temporada 2022 justamente em Monza. O campeonato continua entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, direto de Marina Bay, com o GP de Singapura.

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