F1: Piastri cita relação de "amor e ódio" com o GP do Azerbaijão e detalha dilema no carro de 2026
Australiano analisa mudanças drásticas nos carros da temporada e aponta busca constante por acerto em Baku
Oscar Piastri definiu sua relação com o circuito de Baku como uma mistura de amor e ódio. O australiano chega ao fim de semana lembrando que viveu ali tanto sua melhor quanto sua pior corrida na Fórmula 1.
“Minha melhor corrida de todas foi nesta pista e minha pior corrida de todas também foi nesta pista. É um circuito interessante. Espero que este ano seja mais parecido com 2024.”
O piloto da McLaren também explicou que a evolução ao longo da temporada não acontece de maneira linear, mas afirmou estar se sentindo um pouco mais confortável com o carro atualmente. Segundo ele, a equipe tem trabalhado constantemente para encontrar melhorias.
“Não estamos parados, e essa é a principal coisa. Estamos fazendo tudo o que podemos para melhorar. Acho que tem sido uma boa resposta da equipe para tentar evoluir o mais rápido possível, e sinto que estou recebendo um bom suporte."
Piastri destacou ainda que os carros da temporada atual são bastante diferentes dos modelos que a McLaren utilizou anteriormente. Por isso, soluções que funcionavam para seu estilo de pilotagem no passado nem sempre apresentam o mesmo resultado agora.
“Os carros deste ano são bastante diferentes do que tivemos anteriormente. Muitas coisas que funcionavam para mim antes não funcionam agora. Não é tão simples encontrar uma direção e fazer com que ela funcione o tempo todo. A solução é diferente a cada vez."
Diante desse cenário, Piastri espera que o comportamento da McLaren em Baku seja mais próximo daquele apresentado em 2024, enquanto a equipe continua buscando respostas para as características do carro de 2026.
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