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F1: FIA mantém posição e libera solução da Mercedes para 2026

Apesar das críticas de rivais e da polêmica nos bastidores da Fórmula 1, a FIA considera legal a interpretação técnica da equipe alemã

22 jan 2026 - 16h59
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Motor Mercedes é considerado legal pela FIA
Motor Mercedes é considerado legal pela FIA
Foto: Reprodução / Mercedes

A discussão técnica mais intensa da Fórmula 1 neste início de ano envolve a unidade de potência da Mercedes para 2026. A equipe desenvolveu uma solução que permite ao motor operar com uma taxa de compressão superior ao limite regulamentar em condições de pista, sem infringir as medições feitas durante as inspeções oficiais. O tema rapidamente chamou a atenção do paddock e gerou questionamentos entre as rivais.

Audi liderou as críticas, com apoio de Honda e Ferrari, alegando que a interpretação da Mercedes sobre o regulamento explora uma zona cinzenta das regras. Para esses fabricantes, o ganho obtido em situação real de corrida contraria o espírito do limite imposto pela FIA, mesmo que, tecnicamente, o motor esteja dentro dos parâmetros exigidos nos testes estáticos.

Após reuniões e análises, a FIA decidiu manter sua posição e considerar a solução legal. A Federação reforçou que a Mercedes apresentou o conceito desde as primeiras fases de desenvolvimento, mantendo transparência total ao longo do processo. Por isso, não houve surpresa ou mudança de entendimento às vésperas da nova era técnica da categoria.

Com a temporada cada vez mais próxima, uma revisão imediata do regulamento foi descartada. Além de incoerente com decisões anteriores, uma alteração agora causaria impacto direto em equipes que utilizam motores Mercedes e Red Bull, esta última também trabalhando em uma abordagem semelhante para 2026.

Ainda assim, o assunto não está completamente encerrado. Existe a possibilidade de, no futuro, a FIA adotar novos métodos de verificação que permitam analisar a taxa de compressão em condições reais de funcionamento do motor, algo que hoje não é tecnicamente aplicável. Caso isso avance, mudanças só devem ocorrer a partir de 2027.

Estimativas internas apontam que a solução pode representar um ganho considerável de desempenho, mas ela é apenas uma parte de um quebra-cabeça muito maior. O regulamento de 2026 combina profundas mudanças aerodinâmicas e mecânicas, o que indica que disputas técnicas e interpretações controversas devem continuar surgindo ao longo do desenvolvimento dos novos carros.

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