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Fórmula 1

F1: Binotto aponta unidade de potência como principal fraqueza da Audi em 2026

Chefe de equipe admite que a montadora alemã ainda está atrás dos rivais no desenvolvimento do motor

13 abr 2026 - 08h45
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Foto: Divulgação / Fórmula 1

O chefe do projeto da Audi na Fórmula 1, Mattia Binotto, afirmou que a principal área que pode custar o desempenho da equipe em 2026 é a unidade de potência, ainda em estágio inferior ao dos concorrentes.

Binotto reconheceu que o desenvolvimento do motor da Audi não está no mesmo nível das fabricantes rivais, que já possuem mais experiência na era híbrida da Fórmula 1. Segundo ele, essa diferença pode impactar diretamente a competitividade da equipe no início do novo regulamento.

O dirigente destacou que a unidade de potência é, atualmente, o maior ponto de preocupação dentro do projeto. Embora o trabalho siga em evolução, ele admite que alcançar os concorrentes será um desafio significativo.

“Sabemos que começamos atrás”, indicou Binotto ao abordar o estágio atual do desenvolvimento, reforçando que outras fabricantes contam com estruturas mais consolidadas. Em seguida, o executivo tratou o cenário com naturalidade: “Nós teríamos esperado por isso. Sabemos como é difícil construir uma nova unidade de energia, então não é algo que nos surpreendeu. Não é algo que nos decepciona. Não, é uma questão de fato.”

Apesar disso, ele demonstrou confiança no crescimento ao longo do tempo, apontando que o projeto tem potencial para evoluir gradualmente e reduzir a diferença.

Ainda assim, o momento atual da Fórmula 1 também influencia diretamente o ritmo desse desenvolvimento, oferecendo à equipe uma janela importante para ajustes fora das pistas.

A Fórmula 1 atravessa atualmente uma pausa de cinco semanas entre os Grandes Prêmios do Japão e de Miami, após o cancelamento das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita. Para Binotto, o período será fundamental para ajustes internos no projeto da Audi.

Segundo o dirigente, a pausa será “muito importante” para a equipe “retomar e se reorientar em relação aos próximos desenvolvimentos”. Ele destacou que o intervalo surge como uma oportunidade após um início de trabalho intenso desde a pré-temporada.

“Acho que é realmente uma chance para nós porque, desde os testes de inverno, estamos muito focados em resolver todos os problemas que tivemos, garantindo que para o próximo evento ou corrida estivéssemos preparados e os tenhamos resolvido”, afirmou.

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