Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
REPRISE
Cientistas, educadores e pensadores debatem sobre o futuro do planeta; assista

Fórmula 1

Publicidade

F1 2027: Equipes aprovam corridas mais curtas para equilibrar novos motores, diz site

Redução de 5% na distância das provas evita retrabalho nos chassis e deve deixar os carros mais rápidos no ritmo médio de corrida

3 set 2026 - 12h21
(atualizado às 14h26)
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Reprodução / F1

As equipes da Fórmula 1 fecharam acordo, por unanimidade, para encurtar em 5% a extensão dos Grandes Prêmios a partir de 2027. Com isso, o percurso padrão, hoje em torno de 305 km, cairá para algo próximo de 290 km. Mônaco fica de fora da mudança: como o circuito exige menos energia e tem características muito particulares, não há necessidade de ajustar nada por lá.

Um ajuste pensado para não mexer nos carros já prontos

O motivo da mudança é bastante prático. As novas unidades de potência previstas para 2027 vão liberar mais força vinda do motor a combustão e permitir maior vazão de combustível, o que, na prática, significa gastar mais combustível ao longo de uma corrida. A informação foi apurada pelo site italiano Autoracer Itália.

O problema é que os carros da geração 2026 já estão em fase avançada de projeto, e aumentar a capacidade dos tanques exigiria mexer no chassi e em outras partes estruturais do monoposto, encarecendo bastante o desenvolvimento. Encurtar a distância da corrida resolve essa conta sem exigir esse tipo de intervenção: as equipes conseguem aproveitar o ganho de potência da nova unidade motriz mantendo a arquitetura do carro praticamente como está. Foi justamente esse equilíbrio entre custo e benefício que garantiu o consenso entre as equipes.

Corridas mais curtas, carros mais rápidos

A mudança também deve se refletir no desempenho em pista. Com menos quilômetros para percorrer, os pilotos precisarão carregar menos combustível e terão menos motivos para poupar energia ao longo da prova.

Na prática, isso deve tornar os carros de 2027 mais rápidos, em média, do que os primeiros modelos da era 2026. A maior contribuição do motor a combustão tira peso da gestão de energia, e o percurso reduzido permite manter um ritmo mais forte do início ao fim do Grande Prêmio.

Em vez de recriar os carros do zero para acomodar as novas unidades de potência, a F1 preferiu o caminho mais simples e barato: adaptar a duração da corrida ao que os motores vão entregar.

Parabólica
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra