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Fórmula 1

F1 2026: Norris destaca problema crucial no novo regulamento

Britânico detalha preocupação com unidades de potência e diz que mudanças podem comprometer a forma de correr

16 abr 2026 - 09h17
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Foto: Divulgação / Fórmula 1

O piloto Lando Norris voltou a demonstrar preocupação com o regulamento da Fórmula 1 para 2026, destacando que o principal ponto crítico não está no carro em si, mas nas novas unidades de potência.

Em meio às discussões sobre as mudanças técnicas da categoria, Norris explicou que suas críticas se concentram nos motores, que passarão a ter uma dependência ainda maior da energia elétrica. Segundo ele, isso pode afetar diretamente a forma como os pilotos gerenciam o desempenho ao longo da volta. “Esses carros são certamente muito diferentes dos carros do ano passado, e as diferenças são bastante complexas. Algumas delas eu gosto, outras achei um pouco mais difíceis até agora”, afirmou o britânico.

A principal preocupação, segundo Norris, é que a nova configuração pode criar situações em que os pilotos não terão potência disponível de maneira consistente, especialmente em determinados trechos da pista. Isso exigiria uma gestão extrema de energia, tornando a pilotagem menos intuitiva e mais limitada por sistemas.

Na prática, o receio é que os carros passem a depender excessivamente de fases de economia e recuperação de energia, o que poderia gerar momentos em que o piloto simplesmente não terá desempenho suficiente para atacar ou defender posição. Esse cenário, na visão dele, compromete não apenas a experiência ao volante, mas também o espetáculo das corridas.

As regras de 2026 adotaram motores híbridos com maior participação elétrica e mudanças significativas na distribuição de potência entre combustão e bateria. Embora a proposta esteja alinhada a metas de sustentabilidade, pilotos têm levantado dúvidas sobre os efeitos colaterais na dinâmica da F1.

Mesmo com as críticas, Norris reconhece que nem tudo é negativo. “Como carro, estou gostando de dirigi-los, eles me lembram alguns dos carros que pilotei quando estava começando nas categorias de base”, afirmou, ponderando que o pacote geral pode funcionar, desde que os problemas ligados às unidades de potência sejam ajustados.

O debate sobre o regulamento segue em aberto, com equipes e dirigentes atentos ao retorno dos pilotos.

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