Técnico da Áustria se rende a Lionel Messi mesmo após derrota: "Ele é único"
Ralf Rangnick, técnico austríaco, rendeu elogios ao craque argentino após derrota em Dallas
A tarefa da Áustria nesta segunda-feira era complicada. A seleção europeia fez o que estava ao seu alcance, mas não conseguiu evitar a derrota para a Argentina por 2 a 0, tampouco evitou o recorde histórico de Lionel Messi, que marcou os dois gols da partida e se tornou o maior artilheiro da história das Copas do Mundo.
O feito de Lionel Messi não passou batido nem para o técnico da Áustria, Ralf Rangnick. O treinador austríaco não mediu palavras para elogiar o craque argentino, mesmo sendo o algoz de uma derrota que pode obrigar a Áustria a vencer a Argélia na última rodada.
"Esse é Lionel Messi. Ele não precisa de muitas oportunidades para decidir uma partida. Se alguém tem 39 anos e consegue marcar dois gols em um jogo, cinco gols em Copas do Mundo… isso faz diferença. Sabíamos que ele está em um nível que pertence apenas a ele, e hoje mostrou mais uma vez por que é único", disse Rangnick.
Na bronca com o apito
Além de Lionel Messi, outro tema abordado por Rangnick na coletiva de imprensa após a partida foi a atuação da arbitragem. O juiz egípcio Amin Mohamed Omar marcou um pênalti para a Argentina com nove minutos de jogo, e também teve outras decisões controversas durante o jogo. Por isso, Rangnick mostrou muita irritação com a condução da partida pelo egípcio.
"No segundo gol, tivemos responsabilidade. Já no primeiro, eu pediria ao árbitro que fizesse o mesmo que fez no lance do pênalti. Se tivesse revisado a jogada, teria visto que houve uma falta. Revimos a jogada algumas vezes e posso dizer que nosso defensor toca primeiro na bola. Claro que é possível interpretar de outra maneira. O árbitro entendeu que os dois jogadores atacaram o jogador argentino, mas eu questiono essa decisão", indagou Rangnick, que emendou:
"Em 70% dos casos, quando o árbitro vai ao monitor, ele acaba marcando o pênalti. Mas, se existe a possibilidade de usar o VAR, ele deveria ser utilizado em outras situações também. É muito difícil entender. Você precisa revisar os lances quando necessário. Ele deveria ter analisado a jogada do primeiro gol. Eu ficaria surpreso se alguém assistisse àquele lance e concluísse que não houve falta, mesmo torcendo para a Argentina", frisou.
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