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Klinsmann e Low deixam amizade de lado e descartam "pacto"

26 jun 2014
07h11
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Jurgen Klinsmann e Joachim Low são amigos de longa data. Os dois se conheceram em um curso para treinadores e quando Klinsmann foi contratado para comandar a Alemanha em 2004, chamou o colega para ser seu assistente. Juntos, levaram a seleção anfitriã ao terceiro lugar da Copa do Mundo de 2006. Oito anos depois, os técnicos se veem em lados opostos e como adversários.

Jurgen Klinsmann e Joachim Low são amigos de longa data
Jurgen Klinsmann e Joachim Low são amigos de longa data
Foto: Getty Images

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Low assumiu o comando da Alemanha depois da saída de Klinsmann e vai para sua segunda Copa. Já o ex-atacante trabalha como treinador dos Estados Unidos desde 2011 e faz boa campanha no Mundial do Brasil. Nesta quinta-feira, às 13h, na Arena Pernambuco, os dois estarão em bancos diferentes em partida válida pela última rodada da fase de grupos.

"Obviamente tivemos dois anos muito bons de parceria durante a Copa do nosso país. Somos bons amigos, pensamos parecidos, viemos de uma região próxima e sempre mantemos contato. Deixamos de conversar para trabalhar, mas espero que ao fim da Copa possamos conversar novamente, nos visitar. É mais que uma relação de trabalho, é uma amizade próxima", disse Klinsmann.

"Nossa relação com o decorrer dos anos sempre foi excelente. Sempre cooperamos de forma estreita e intensiva. Tínhamos uma relação de confiança perfeita, nos complementávamos. Mantivemos o contato, de vez em quando almoçamos, discutimos futebol, Estados Unidos, Alemanha, tudo", afirmou Low.

As duas equipes estão com quatro pontos e dependem apenas de um empate para ambas avançarem à próxima fase. Em caso de vencedor, quem levar os três pontos ganha também a liderança do Grupo G. Mesmo com a chance de ter uma classificação tranquila às oitavas de final com uma igualdade no placar, os treinadores descartam a chance de um "jogo de compadres". Para Low, a amizade ficará fora do estádio e não induzirá um pacto pelas vagas.

"Essa Alemanha e eu não vamos ser afetados independente do resultado do jogo. Quem nos conhece sabe que os dois são ambiciosos. Muitas vezes lemos na imprensa sobre o assunto, mas não há um pacto de que não vamos nos atacar. Entramos em campo para ganhar, assumir um determinado risco de jogar um jogo ofensivo e não ficar de conchavos. Nossa relação é excelente e vai continuar assim independente do resultado de amanhã", avisou o treinador da Alemanha.

Fonte: Terra
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