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TCU autoriza comissão do Senado a ter acesso a informações sigilosas sobre caso Master

Na mesma sessão, Corte de Contas negou a suspeição do ministro Jhonatan de Jesus como relator do caso no tribunal

11 mar 2026 - 16h28
(atualizado às 17h15)
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O senador Renan Calheiros é presidente da CAE e o acesso às informações sobre o tema devem subsidiar a análise feita por este colegiado da área econômica no Senado
O senador Renan Calheiros é presidente da CAE e o acesso às informações sobre o tema devem subsidiar a análise feita por este colegiado da área econômica no Senado
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado / Estadão

BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) liberou na tarde desta quarta-feira, 11, o compartilhamento integral de informações e documentos sobre o caso do Banco Master com a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Esse colegiado do Senado Federal vai receber inclusive dados sigilosos. Além disso, o Tribunal aprovou a concessão de serviço de assessoria aos trabalhos da CAE.

O senador Renan Calheiros é presidente da CAE e o acesso às informações sobre o tema devem subsidiar a análise feita por este colegiado da área econômica no Senado. Serão compartilhados documentos e informações sobre a atuação da Corte de Contas no caso.

Também na sessão de hoje, no TCU, foi votado um pedido de impedimento e suspeição do ministro Jhonatan de Jesus, que é relator do processo de fiscalização da atuação do Banco Central nos procedimentos que levaram à liquidação do Banco Master. O TCU negou essa solicitação.

O pedido negado havia sido feito pelos Instituto José do Patrocínio, Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA) e Instituto Afrobrasileiro de Ensino Superior.

No fim do ano passado, Jesus chegou a sinalizar a possibilidade de impor medidas cautelares contra o BC no caso do Master. Ele determinou a realização de uma inspeção no BC "com máxima urgência" no início deste mês, mas acabou voltando atrás.

Após uma reunião entre o ministro, o presidente do TCU, Vital do Rêgo, e o presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, ficou acertado que os técnicos da Corte de contas fariam uma "diligência" no regulador.

Como mostrou o Estadão, a atuação do ministro Jhonatan de Jesus no caso Master tem provocado questionamentos sobre os limites da Corte de Contas no processo.

Estadão
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