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Taxas dos DIs acompanham Treasuries e caem com expectativa de acordo entre Irã e EUA

7 mai 2026 - 11h48
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As taxas dos ‌DIs (Depósitos Interfinanceiros) exibem baixas ante os ajustes anteriores nesta quinta-feira, em sintonia com o sinal negativo dos rendimentos dos Treasuries, com as atenções voltadas novamente para o possível acordo de paz no Oriente Médio.

Com o petróleo Brent em queda, abaixo dos US$100 o barril, às 9h51 a taxa do DI para janeiro de ⁠2028 estava em 13,525%, com recuo de 7 pontos-base ante o ajuste de 13,599% ‌da sessão anterior. Na ponta longa da curva, a taxa do DI para janeiro de 2035 marcava 13,665%, com queda de 4 pontos-base ante 13,701%. No ‌mesmo horário, o rendimento do título de dez anos -- ‌referência global para decisões de investimento -- cedia 4 pontos-base, a 4,318%.

Fontes ⁠e autoridades disseram nesta quinta-feira que Irã e EUA estão se aproximando de um acordo limitado e temporário para interromper a guerra, com um esboço de estrutura que interromperia os combates, mas deixaria as questões mais controversas sem solução.

O plano está centrado em um memorando de curto prazo, em vez de um acordo ‌de paz abrangente, com Teerã e Washington reduzindo suas ambições, já que as diferenças ‌persistem, principalmente em relação ao ⁠programa nuclear do ⁠Irã.

A perspectiva de um acordo voltou a colocar o petróleo no território negativo, reduzindo as preocupações ⁠sobre os efeitos da guerra na ‌inflação dos países. Com isso, ‌os rendimentos dos Treasuries caem, assim como as taxas dos DIs -- ainda que o movimento seja limitado.

Nas últimas sessões, a perspectiva de um acordo entre Irã e EUA tem reforçado as apostas, no Brasil, de que o ⁠Banco Central seguirá cortando a Selic em junho.

Na terça-feira -- dado consolidado mais recente -- as opções de Copom negociadas na B3 precificavam 59% de probabilidade de novo corte de 25 pontos-base da Selic em junho, contra 29,5% de chance de manutenção em 14,50% e 8% de possibilidade ‌de redução de 50 pontos-base. Na segunda-feira, os percentuais eram de 50% para corte de 25 pontos-base, 39% para manutenção e 7,5% para redução de 50 ⁠pontos-base.

No Brasil, investidores também estarão atentos ao longo do dia à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington. No encontro, Lula tentará evitar novas tarifas comerciais sobre produtos brasileiros, além de tratar de questões como a exploração de minerais críticos e o combate ao crime organizado.

Parte das atenções também está voltada para a nova fase da Operação Compliance Zero, no âmbito de investigação sobre o Banco Master, que tem o senador Ciro Nogueira (PP-PI) como alvo de mandado de busca e apreensão.

Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial em março subiu 0,1% em relação ao mês anterior, resultado melhor do que a expectativa em pesquisa da Reuters, de queda de 0,2%.

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