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Desemprego fecha dezembro em 6,9%, o pior no mês desde 2007

28 jan 2016 - 09h41
(atualizado às 09h49)
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O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado ficou, em média, em 12,1 milhões de pessoas em 201
O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado ficou, em média, em 12,1 milhões de pessoas em 201
Foto: Edson Lopes Jr/A2AD / O Financista

A taxa de desemprego do país caiu de 7,5% em novembro para 6,9% em dezembro, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado é o pior para o mês de dezembro desde 2007 (7,4%).

Apesar do recorde, o resultado veio bem abaixo do esperado pelo mercado, com expectativa de 7,3%, segundo a Bloomberg News. No mesmo mês do ano passado, o nível de desemprego era bem menor, com taxa de 4,3%. 

A taxa de desocupação média de janeiro a dezembro foi estimada em 6,8% no ano passado ante 4,8% em 2014. Esta elevação de 2 pontos percentuais foi a maior de toda a série anual da pesquisa e também interrompeu a trajetória de queda que ocorria desde 2010, segundo o IBGE.

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado ficou, em média, em 12,1 milhões de pessoas na comparação com 2014 e representou 50,9% da população ocupada. Também foi a primeira queda na média anual em toda a série histórica.

Após 10 anos de ganhos sucessivos, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores caiu 3,7% e foi estimado em R$ 2.265,09. A primeira queda desde 2005.

A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em R$ 53,6 bilhões em 2015, registrando declínio de 5,3% em relação a 2014.

A média da população desocupada disparou 42,5% no ano passado ante 2014, alcançando 1,7 milhão de pessoas à procura de trabalho nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE. Além de ser o maior crescimento anual da série, a elevação em 2015 interrompeu a trajetória de redução dessa população, iniciada em 2010. 

A média da população ocupada recuou 1,6% em 2015 na comparação com o ano anterior, com 23,3 milhões de pessoas com emprego.

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