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Portugal pede à Air France-KLM e à Lufthansa que apresentem propostas vinculantes na disputa pela TAP

23 abr 2026 - 12h26
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O governo ‌português solicitou nesta quinta-feira que a Air France-KLM e a alemã Lufthansa apresentassem propostas vinculantes para uma participação minoritária na companhia aérea nacional TAP, configurando uma disputa acirrada entre os dois grupos aéreos europeus, após ofertas ⁠iniciais muito semelhantes, as únicas duas recebidas até então.

Portugal ‌retomou em julho a privatização da TAP, que estava atrasada há muito tempo, com o objetivo ‌de vender uma participação de 44,9% ‌a uma companhia aérea parceira estratégica para fortalecer ⁠a rede global e a competitividade da empresa, reservando ainda outros 5% para os funcionários.

O governo enviará convites formais às duas companhias aéreas até o final de abril, e elas deverão apresentar propostas vinculantes até ‌o final de julho. A privatização deverá ser concluída ‌no início de setembro.

Air ⁠France-KLM e ⁠Lufthansa apresentaram propostas não vinculantes no início deste mês, incluindo um ⁠preço proposto para a ‌participação na TAP, juntamente ‌com planos industriais e estratégicos e sinergias esperadas. Nenhum detalhe foi divulgado.

O ministro da Infraestrutura de Portugal, Miguel Pinto Luz, afirmou que as duas propostas ⁠eram "em grande parte equivalentes e muito ambiciosas" em termos estratégicos, industriais e financeiros, deixando o governo confortável com a avaliação da empresa.

"Com propostas tão próximas, que atendem a todas ‌as dimensões, a avaliação financeira da TAP poderá naturalmente acabar desempenhando um papel decisivo. Aguardaremos as propostas vinculativas", ⁠disse Pinto Luz, em coletiva de imprensa.

O principal atrativo da TAP reside em seus horários privilegiados e lucrativos, que conectam seu hub em Lisboa ao Brasil, aos países africanos de língua portuguesa e aos Estados Unidos.

Pinto Luz afirmou que o governo está "monitorando de perto a crise" no Oriente Médio após o fechamento do Estreito de Ormuz, que gerou preocupações sobre a escassez de combustível de aviação nas companhias aéreas europeias e levou ao cancelamento de voos, mas acredita que a situação será resolvida "em breve".

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