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Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem conforme demissões continuam baixas

2 abr 2026 - 09h51
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Os novos ‌pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caíram na semana passada em meio a poucas demissões, sugerindo que as condições do mercado de trabalho permaneceram calmas em ⁠março, embora economistas tenham alertado que ‌uma guerra prolongada no Oriente Médio representa risco negativo.

Os pedidos iniciais de ‌auxílio-desemprego caíram em 9.000, ‌para 202.000 em dado com ⁠ajuste sazonal, na semana encerrada em 28 de março, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 212.000 pedidos para a última ‌semana.

Os pedidos permanecem em uma faixa de ‌201.000 a ⁠230.000 ⁠este ano, o que é consistente com o que ⁠os ‌economistas descrevem como um ‌mercado de trabalho de "baixa contratação e baixa demissão".

Eles atribuíram a estagnação do mercado de trabalho à incerteza persistente ⁠causada pelas tarifas de importação agressivas do presidente dos EUA, Donald Trump.

A economia dos EUA abriu apenas 18.000 empregos fora ‌do setor agrícola em média por mês nos três meses até fevereiro.

A redução ⁠da oferta de mão de obra devido à política de imigração linha-dura do governo Trump também está prejudicando o crescimento do emprego, disseram economistas.

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, que já dura um mês, também acrescentou outra camada de incerteza para as empresas. Na quarta-feira, Trump prometeu ataques mais agressivos contra o Irã.

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