Script = https://s1.trrsf.com/update-1781903735/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Moretti diz que apoio a empresas com fim da escala 6x1 pode ser discutido entre governo e setores

26 jun 2026 - 08h50
(atualizado às 09h23)
Compartilhar
Exibir comentários

O ministro do Planejamento ‌e Orçamento, Bruno Moretti, disse nesta sexta-feira que a proposta que trata do fim da escala 6x1 de trabalho é compatível com a economia brasileira e ressaltou que "qualquer apoio" a empresas pode passar por discussão entre governo e setores.

Em entrevista ao programa Bom ⁠Dia, Ministro, do CanalGov, Moretti afirmou que o governo está em diálogo ‌com o Senado para votação do texto, que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

"O que nós estamos fazendo é ‌buscando um diálogo permanente no Senado para ‌que a PEC seja votada. E qualquer apoio ao sistema ⁠produtivo, às empresas, nós iremos discutir, nesse diálogo permanente que o presidente Lula nos determina com o setor produtivo", afirmou.

A declaração contrasta com afirmações recentes de outros membros do governo, como o ministro da Fazenda, Dario Durigan, para quem não caberia nenhum tipo de ‌compensação a empresas após a aprovação da medida.

REGRAS FISCAIS

Na entrevista, Moretti ‌afirmou que as medidas ⁠de crédito adotadas ⁠pelo governo não prejudicam a atuação do Banco Central no controle da ⁠inflação, mas reduzem efeitos do ‌nível elevado da taxa Selic "para ‌públicos fundamentais".

O governo implementou neste ano linhas subsidiadas de crédito para compras de ônibus, caminhões e veículos para aplicativos de transporte, além de nova etapa do programa Desenrola, que refinancia ⁠dívidas com desconto.

Em sua mais recente decisão de juros, o Banco Central fez menção indireta a essas ações ao apontar que "estímulos à demanda agregada, em particular ao componente de consumo" são um fator que poderá pressionar a inflação ‌no país.

Segundo ele, o governo trabalha para "dar segurança completa aos agentes econômicos" de que as contas públicas serão mantidas em ordem.

"Vamos ⁠manter nossas regras, seguir nossas regras fiscais, entregar esse processo de ajuste das contas. E por outro lado, um regime fiscal não pode existir se ele também não serve para atender à população", afirmou.

O ministro ainda afirmou que o governo apresentará nos próximos dias um projeto para ampliar o teto de enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI) dos R$81 mil de faturamento anual vigentes hoje para algo entre R$130 mil e R$140 mil. O reajuste seria escalonado em 2027 e 2028.

Ele acrescentou que o projeto também permitirá uma ampliação do número de contratações pelo MEI, hoje limitado a um funcionário.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra