PUBLICIDADE

Justiça determina penhora de cachês de Belo para quitação de dívida de R$ 1 milhão

Cantor foi condenado a indenizar produtor de eventos após não comparecer a um show em Jaboticabal (SP), em 2010

21 mai 2024 - 23h20
(atualizado às 23h47)
Compartilhar
Exibir comentários
Belo chora ao cantar 'Reinventar' na turnê dos 30 anos do Soweto
Belo chora ao cantar 'Reinventar' na turnê dos 30 anos do Soweto
Foto: Reprodução/Globoplay

Condenado por não aparecer em um show para o qual tinha sido contratado em 2010, o cantor Belo teve novos pagamentos e cachês penhorados, sob determinação da Justiça de São Paulo, para quitar uma dívida que, em 2024, foi calculada em aproximadamente R$ 1 milhão

O valor é devido ao produtor de eventos Flávio Silva Andrade, responsável pelo show que aconteceria na cidade de Jaboticabal, no interior de São Paulo, há 14 anos. Na ocasião, a ausência de Belo provocou tumulto e brigas na plateia. A informação é da coluna de Rogério Gentile, do UOL, e foi confirmada pelo Terra

No decorrer do processo, o produtor argumentou que, em meio à confusão provocada pela ausência de Belo, teve o bar invadido e a bilheteria do evento, saqueada. Ele afirmou, também, que passou a sofrer ameaças, chegou a ser ofendido e teve a casa apedrejada. 

A defesa do cantor argumentou que não recebeu todo o cachê acordado previamente, que a responsabilidade da segurança do evento não era de Belo e que não havia provas de que a bilheteria foi saqueada. 

Na condenação, a juíza Amanda Sachsida Garcia apontou que a equipe de Belo teve tempo suficiente, entre a data estipulada para o pagamento do cachê e a realização do show, para reclamar contra o não pagamento do valor devido e até mesmo cancelar o show. 

A condenação aconteceu em 2019, mas, como o cantor não realizou o pagamento, a Justiça determinou a penhora de novos cachês na última terça-feira, 14. Belo não pode mais recorrer da decisão, uma vez que o processo transitou em julgado. Cabe à defesa do cantor questionar o cálculo dos valores da indenização. 

A decisão citou empresas de produção artística e serviços de mídia a depositarem, em uma conta judicial, valores que Belo tem a receber por shows, licenciamentos e royalties musicais.

O Terra tentou contato com as defesas de Belo e Flávio Andrade, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto para manifestação. 

Fonte: Redação Terra
Compartilhar
Publicidade
Publicidade