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Com discurso de Trump, Davos vira foco do mercado

Republicano era um dos mais aguardados em meio a tensões geopolíticas

21 jan 2026 - 10h57
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Resumo
No cenário internacional, o foco desta quarta-feira (21) está no Fórum Econômico Mundial, em Davos, com discurso do presidente Donald Trump, que já elevou a tensão ao ameaçar tarifas de até 200% sobre vinhos e champanhes franceses.
Donald Trump no Fórum Econômico Mundial
Donald Trump no Fórum Econômico Mundial
Foto: Fabrice Coffrini / AFP

O Ibovespa fechou esta terça-feira (20) em alta de 0,87%, aos 166.276 pontos, o maior nível de fechamento da história. O avanço ocorreu apesar da queda das bolsas de Nova York, pressionadas pela escalada das tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e a Europa.

Investidores avaliam que o impasse tarifário tem estimulado a diversificação global de portfólios. Com isso, os mercados emergentes ganharam espaço, especialmente o Brasil, beneficiado pelos juros elevados, que favorecem o carry trade, estratégia que explora o diferencial de taxas.

Em destaque no Ibovespa, a Petrobras deu sustentação ao índice, com alta de 0,85% nas ações ordinárias e 0,37% nas preferenciais, acompanhando o petróleo no exterior. A Vale subiu 1,92%. No setor financeiro, Bradesco avançou 1,43% e Santander teve ganho de 2,01%. No topo do pregão, TIM disparou 4,98% e C&A subiu 4,34%, enquanto a CSN caiu 3,04%.

No câmbio, o dólar subiu 0,31% e encerrou o dia a R$ 5,38, mesmo com a saída de recursos dos ativos americanos, em meio às incertezas provocadas pelo discurso do presidente dos EUA, Donald Trump.

No cenário internacional, o foco desta quarta-feira (21) está no Fórum Econômico Mundial, em Davos, com discurso do presidente Donald Trump, que já elevou a tensão ao ameaçar tarifas de até 200% sobre vinhos e champanhes franceses. O secretário de Comércio dos EUA afirmou que novas tarifas podem ser ampliadas caso haja retaliação europeia, mas aposta em diálogo.

As bolsas da Europa acumulam a 4ª sessão seguida de queda, pressionadas pelo risco de uma nova guerra comercial. Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única: Xangai subiu 0,08%, Shenzhen avançou 0,70%, Hong Kong ganhou 0,37%, enquanto o Japão caiu 0,47% após a convocação de eleições antecipadas para 8 de fevereiro.

No Brasil, repercute a notícia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado a integrar o chamado Conselho da Paz, mas o presidente avalia os termos do documento proposto por Donald Trump para não comprometer a neutralidade diplomática.

Na economia, um relatório do TCU propôs prazos de 30 a 180 dias para que ministérios, órgãos de controle e estatais corrijam gastos e financiamentos realizados fora do Orçamento e das regras fiscais.

Em destaque no setor corporativo, o Banco Central decretou nesta manhã a liquidação da Will Financeira, ligada ao Banco Master, medida que pode elevar para cerca de R$ 50 bilhões o custo potencial para o Fundo Garantidor de Créditos. Enquanto isso, o BRB anunciou mudanças na diretoria e a Mastercard passou a deter 6,93% do capital e a Sabesp informou avanços na transferência do controle da Emae.

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