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Decisão do governo autoriza Globo a embolsar R$ 1,4 bilhão

Quantia será imprescindível para tirar a emissora do vermelho após prejuízo no primeiro semestre

12 nov 2021 11h46
| atualizado às 11h49
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A venda da Som Livre faz parte do processo de reestruturação do Grupo Globo
A venda da Som Livre faz parte do processo de reestruturação do Grupo Globo
Foto: Fotomontagem: Blog Sala de TV

No início de novembro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), autarquia federal vinculada ao Ministério da Justiça com a missão de regular a venda, compra e fusão de grandes empresas, autorizou a negociação entre a Som Livre e a Sony Music Entertainment.

Com isso, o Grupo Globo se desfaz da gravadora fundada em 1969 e poderá receber da companhia norte-americana o valor acordado de 255 milhões de dólares, cerca de R$ 1,4 bilhão. A transação foi anunciada pelo CEO da Globo, Jorge Nóbrega, em 1º de abril, mas precisava do aval do Cade para ser efetivada.

Esse dinheiro a cair na conta da empresa da família Marinho vai fazer a diferença no balanço anual. Será crucial para ajudar o grupo carioca a voltar ao azul após ter prejuízo de mais de R$ 100 milhões no primeiro semestre deste ano.

Esse R$ 1,4 bilhão representa 11% do faturamento total do Grupo Globo em 2020 e 8 vezes o lucro obtido no ano passado. Entre os artistas da Som Livre, agora sob as batutas da Sony Music, estão Marília Mendonça, Cesar Menotti e Fabiano, Maiara e Maraisa, Erasmo Carlos, João Neto e Frederico, Jorge e Mateus, Michel Teló, Lexa e Wesley Safadão.

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