Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Reality Shows

Irmã de Samira, BBB 26, repudia ataques contra sister: 'Criticar é legítimo, mas destruir nunca é'

Questões como o fato de ela ter ido estudar em um internato quando sua mãe teve câncer têm repercutido nas redes

31 mar 2026 - 18h02
Compartilhar

Yassmim Sagr, irmã de Samira, do BBB 26, usou as redes sociais para expor os ataques que a sister, sua família e amigos vêm recebendo. O vídeo foi publicado nas redes da participante e afirmava: "criticar é legítimo, mas destruir alguém nunca vai ser".

Equipe de Samira denuncia ameaças de morte contra a participante do 'BBB 26'.
Equipe de Samira denuncia ameaças de morte contra a participante do 'BBB 26'.
Foto: TV Globo/Divulgação / Estadão

Na postagem, Sagr trata da desumanização da imagem e linchamento virtual que a irmã tem sofrido. A jovem pontuou duas questões que estão sendo utilizadas para atacar Samira: sua bolsa de estudos no internato e o câncer da mãe.

A ida ao internato

Yassmim explica que, à época, Samira tinha mais contato com o pai, que estava desempregado. Segundo Sagr, o patriarca era uma pessoa mais "rígida", que impedia a irmã de cantar.

Foi então que Samira conseguiu uma bolsa de estudos no internato. "E muito disso que a Samira traz sobre o cantar é porque o meu pai não tinha paciência. A Samira ficava ali cantarolando quando ele queria assistir uma TV e ele 'cala a boca!' (...) Chegou um ponto que a Samira não cantou. A Samira quis estudar, quis sair, até mesmo porque em casa ela não me tinha, ela não tinha minha mãe, ela acabava vendo a gente só da noite. E ela não podia fazer nada também".

Sagr reforça que hoje em dia, eles possuem uma boa relação e que o pai já lhe pediu desculpas.

O câncer da mãe de Samira

"Quando a Samira consegue a bolsa, foi na mesma época, no mesmo mês, que minha mãe descobriu o câncer de mama," explicou. "E foi um momento muito delicado pra toda a família. A Samira quis desistir, só que eu não deixei, nem minha mãe deixou".

A irmã explica que Samira sempre voltava nos finais de semana e se fazia presente em procedimentos.

"Induzir uma linha de pensamento que a Samira foi pra um internato, pra uma escola, e que era R$ 2 mil, gente, eu não tinha condição nenhuma de pagar isso. E o mais grave, falar que uma menina de 14 anos foi vendida pra alguém que pagou os estudos dela. Isso é grave", desabafou.

Estadão
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra