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BBB 26: Irmão de Jordana diz que ela tem direito a cota por ter pai negro

Honorato Morais, irmão de Jordana, comentou sobre a polêmica envolvendo a participante do BBB 26 e cotas raciais

13 fev 2026 - 15h26
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A participação de Jordana Morais no BBB26 ganhou um desdobramento fora do reality. Enquanto segue confinada no time Pipoca, a advogada virou assunto nas redes sociais após ser acusada de supostamente ter utilizado de forma irregular o sistema de cotas raciais em um concurso público. A polêmica repercutiu fora da casa e mobilizou familiares da participante, que saíram em defesa dela diante das críticas.

BBB 26 Irmão de Jordana diz que ela tem direito a cota por ter pai negro
BBB 26 Irmão de Jordana diz que ela tem direito a cota por ter pai negro
Foto: Mais Novela

O irmão da sister, Honorato Morais, se pronunciou e afirmou que a familiar tem direito ao benefício. Em entrevista ao programa Camarote da Fofoca, da LeoDias TV, ele negou as acusações e disse que a história foi distorcida. "A minha irmã está sofrendo ataques por certas fake news, em relação a uma cota que dizem que ela se inscreveu sem ela ser parda", declarou. Em seguida, reforçou a origem da família: "Gente, meu pai é negro. A mãe da Jordana é branca, que foi casada com meu pai que é negro, e a Jordana é parda. E isso aí ninguém pode dizer que não é assim. E a Jordana fez uma inscrição pra um concurso onde ela é parda e podia se inscrever como parda".

Documentos e posicionamento oficial

Ainda na entrevista, Honorato afirmou que a classificação racial da irmã consta em registros oficiais. "Fake news total! Dizer que ela não é parda. A certidão de nascimento dela tá parda. Porque atacam a Jordana dizendo que ela se inscreveu ilegalmente querendo fraudar cotas sendo que ela é parda?", questionou. As acusações se referem a uma inscrição feita quando ela tinha 18 anos em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios para os cargos de analista ou técnica judiciária.

No mês anterior, a equipe da participante também havia se manifestado publicamente. Em nota, citou a definição do IBGE e explicou que "define como parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor ou raça, incluindo branca, preta e indígena". O comunicado concluiu: "esse é o caso de Jordana" e acrescentou: "Dentro desse contexto, não há qualquer irregularidade na inscrição de um candidato pardo pela cota racial". A equipe ainda ressaltou que "Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do referido concurso".

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