Caos no julgamento: em Quem Ama Cuida, condenado pela Justiça, Ademir perde o controle e parte para a agressão contra Pedro em pleno tribunal
Em Quem Ama Cuida, o julgamento de Ademir (Dan Stulbach) chega ao ponto decisivo em capítulo previsto para segunda-feira (14), na Globo. O advogado, acusado de assédio sexual por Suely (Julia Stockler), comunica ao juiz que vai assumir a própria defesa — decisão que não muda o rumo do processo. A condenação e a explosão […]
Em "Quem Ama Cuida", o julgamento de Ademir culmina em sua condenação por assédio sexual após assumir a própria defesa. Revoltado com a sentença, o advogado perde o controle no tribunal e agride o próprio filho, Pedro, com um soco por ele apoiar as vítimas. Detido após a confusão, Ademir recebe na prisão a visita de Adriana, que comemora sua punição e revela ter sido a responsável por incentivar a denúncia, consolidando a derrocada definitiva do personagem.
Em Quem Ama Cuida, o julgamento de Ademir (Dan Stulbach) chega ao ponto decisivo em capítulo previsto para segunda-feira (14), na Globo.
O advogado, acusado de assédio sexual por Suely (Julia Stockler), comunica ao juiz que vai assumir a própria defesa — decisão que não muda o rumo do processo.
A condenação e a explosão de raiva em Quem Ama Cuida
Diante da sentença condenatória, Ademir não aceita a derrota.
Fora de controle, ele avança contra o próprio filho, Pedro (Chay Suede), que ao longo do processo assumiu postura firme ao lado das mulheres que o acusam.
O advogado corrupto agride o próprio filho com um soco no rosto, diante do juiz, das testemunhas e de todos os presentes na audiência.
A reação de Adriana
Adriana (Letícia Colin) festeja a detenção do advogado, mas também sofre ao ver a situação de Pedro.
Mais tarde, ela visita Ademir atrás das grades e assume, na conversa entre os dois, que foi ela a responsável por incentivar Suely a denunciá-lo.
Um personagem em derrocada
A condenação marca um dos pontos mais dramáticos da trajetória de Ademir na trama:.
Incapaz de lidar com a derrota judicial, o assediador aprofunda o abismo em suas relações pessoais, especialmente com o próprio filho, que decidiu romper com seus métodos antes mesmo do desfecho no tribunal.
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