Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Alanis Guillen revela semelhanças com personagem de Três Graças: 'Como eu era'

Em entrevista à Contigo! Novelas, Alanis Guillen faz balanço de 2025 e adianta o que os fãs podem esperar de Vermelho Sangue

6 jan 2026 - 12h24
Compartilhar
Exibir comentários

Fechando o ano com dois trabalho de peso, Alanis Guillen celebra o sucesso da série Vermelho Sangue, do Globoplay, e da novela Três Graças, da TV Globo. A atriz reflete sobre o que tem em comum com a Lorena, do folhetim das 9, e observa que, assim como a jovem, também está se descobrindo. Confira a entrevista à Contigo! Novelas na íntegra.

A atriz Alanis Guillen |
A atriz Alanis Guillen |
Foto: Globo/Dani Toviansky / Contigo

Você lançou recentemente a série Vermelho Sangue e a novela Três Graças. Que fase boa!

Este ano está muito especial, porque foram muitos projetos, mal acabei um, entrei em outro e outro e duas estreias. Está sendo muito legal ver um trabalho que foi gravado há dois anos e estar no set hoje num outro momento. Eu estou em formação, acho que é legal ver essa construção da minha pessoa atriz, de como estou construindo mesmo esses caminhos.

Apesar de já ter interpretado uma mulher que vira onça, esse universo de magia de Vermelho Sangue é uma novidade para você. Como foi gravar a série?

É diferente de tudo que já fiz. Foi um grande desafio, dos maiores, porque é a fantasia, o misticismo e todo esse universo que a gente criou junto com o cenário, figurino, efeitos especiais, caracterização, é tudo brilhante, muito bem-feito. A gente veio para mostrar que o Brasil é um talento, é um ouro e a gente realiza grandes produções com qualidade. A direção de Patrícia Pedrosa, que é magnífica na sua condução, na sua genialidade de tratar o terror, o humor e o romance de uma maneira linda e a grande sacada da Rosane Svartman e da Claudia Sardinha de trazer o clássico mito dos vampiros e do lobisomem no protagonismo feminino e no Brasil no Serrado Mineiro com o lobo-guará, é muito especial.

Por meio da fantasia, de metáforas, a série fala de temas importantes...

É uma série que rompe fronteiras e fala com um público diverso e de uma maneira profunda. Partindo da fantasia, ela fala da complexidade das relações, liberdade, ancestralidade, pertencimento. É uma grande obra. Eu não tinha dúvidas que seria sucesso, porque é uma história envolvente. O público está muito engajado, querendo já a próxima temporada e vem aí.

Enquanto não vem a segunda temporada, vamos falar de Três Graças. A Lorena tem muito de você?

Tem! Ela tem uma atitude que me lembra como eu era mais aos 17 anos, que eu peitava tudo. Hoje em dia tenho mais preguiça de falar e tal, mas ela tem esse peito e acho que isso a gente realmente tem parecido.

Quando saiu que a Lorena defendia a sustentabilidade, o feminismo, algumas pessoas ficaram com medo de ela ser palestrinha, caga-regra...

Ela não é caga-regra. Eu acho que a Lorena vem nesse papo real. Ela até debocha um pouco disso, junto com o pai, ela vai encontrando maneiras de falar o que todo mundo sabe que é óbvio, mas ainda está preso numa ideia antiga e que não dá mais para tapar os olhos e se calar. Ela é essa voz ativa e atual que fala o óbvio até quando for necessário, até o fim.

Como a descreve?

Sempre chegam a mim personagens femininas fortes e com uma trajetória de muita garra e personalidade. Lorena é mais uma delas. Tem um impulso de seguir em frente com os desejos e no que acredita. Ela tem uma força e é uma jovem impulsiva, espontânea, tem um frescor e um olhar pra frente que me encantam e fazem continuar cavar mais profundidade e sentido nela. A Lorena nessa história vem com uma missão de trazer temas contemporâneos e difíceis de tratar, ainda mais na família que não quer lidar com algumas realidades. Ela não abre mão de lutar pelo que acredita e provocar diálogos, não se intimida. Tem uma maneira até divertida de trazer os temas à mesa. É uma jovem que está se descobrindo. Está sendo legal construí-la porque também sou uma jovem mulher com uma construção de si.

A Lorena de Três Graças e a Flora de Vermelho Sangue estão na boca do povo, mas ainda te chamam muito de Juma? Pantanal é um marco.

Com certeza [risos]. A Juma, acho que vai ficar para sempre. A Cristiane Oliveira me falou uma vez que a Juma vai estar sempre na nossa vida e eu sou muito grata a isso, sou grata a Juma por muita coisa da minha vida.

FIQUE POR DENTRO DAS ÚLTIMAS NOTÍCIAS ACOMPANHANDO O INSTAGRAM DA CONTIGO!

Ver essa foto no Instagram

Um post compartilhado por CONTIGO! (@tocontigo)

Contigo Contigo
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade