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Cláudia Lira se apaixona por papel em 'Caminho das Índias'

15 abr 2009 - 07h20
(atualizado às 07h35)
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Intérprete da brâmane Nayana, Cláudia Lira se encanta com as tradições e as cores de Caminhos das Índias. Sua personagem é uma sacerdotisa, casada com Pandit, vivido por José de Abreu. Eles fazem parte da casta mais alta da sociedade indiana.

A atriz que já tinha ido à Índia com a mãe, em 1996, garante que se tivesse o conhecimento que possui agora sobre os costumes e cultura do país, teria aproveitado de uma forma completamente diferente sua estadia. Para compor a personagem, Cláudia participou de "workshops" promovidos pela emissora, onde freqüentava palestras e aprendeu sobre gestos, vestuário, e o canto de mantras.

"É um personagem mais difícil para compor, porque a mulher indiana é contida. Ela não se mostra muito fisicamente. Para a cultura ocidental, muitas vezes, ela até parece submissa", define.

Cláudia acredita que Nayana ainda vai surpreender. Mesmo com jeito passivo e calmo da indiana, em uma novela de Glória Perez, a atriz garante que tudo pode acontecer. "Talvez surja um conflito, a Glória consegue fazer como ninguém uma costura, e contar a história de todo mundo", supõe.

Nome: Cláudia Vasconcelos Lira.

Nascimento: Em, 16 de dezembro de 1965, em João Pessoa, na Paraíba.

Primeiro trabalho na TV: Bambolê, da Globo.

Atuação inesquecível: "Iuce, da peça Os Gigantes da Montanha, de Pirandello, com direção de Moacyr Góes".

Interpretação Memorável: "Somos Irmãs, onde interpretava a vida da cantora de rádio Linda Batista".

A que gosta de assistir: "Programas de entrevistas, como Oprah Winfrey Show, filmes e documentários".

A que nunca assistiria: "Programas que contam desgraças".

O que falta na televisão: "Mais programas educativos para crianças".

O que sobra na televisão: "Programas chatos".

Ator favorito: Robert De Niro.

Atriz favorita: Marília Pêra.

Com quem gostaria de contracenar: Tony Ramos.

Se não fosse ator, seria: "Cantora. Ou faria Letras, Pedagogia, Psicologia".

Humorista: Chico Anysio.

Novela: "História de Amor, de Manoel Carlos."

Cena inesquecível: "O reencontro entre minha personagem, Matilde e sua mãe, no último capítulo da novela O Amor Está no Ar."

Vilão marcante: "Glória Pires, na novela Água Viva, em 1980."

Personagem mais difícil de compor: "Os que têm pouco texto."

Papel que mais trouxe retorno do público: "A Wandinha e a Suzana de Castela, participações que fiz no seriado, Os Normais."

Programas de humor: "Seriados, como Sex and the city."

Que novela gostaria que fosse reprisada: "Qualquer uma que já fiz para ganhar uma 'graninha'."

Par romântico inesquecível: "Todos que fiz com Zé de Abreu, já foram três até agora."

Com quem gostaria de fazer um par romântico: "Com um ator bom e generoso."

Filme: Filhos do Paraíso, do diretor Majid Majidi.

Autor: Manoel Carlos.

Diretor: Antonio Abujamra.

Vexame: "Não lembrar o nome de todo mundo."

Mania: "Comer chocolate."

Medo: "Perder as pessoas que amo."

Projeto: "Fazer uma peça, no Centro Cultural Solar de Botafogo, que é meu e do meu marido."

Foto: Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias / TV Press
Fonte: TV Press
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