Um dos fundadores da icônica banda de rock Pink Floyd, o cantor, baixista e compositor britânico Roger Waters completa 81 anos neste 6 de setembro.
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Em 2023, Waters percorreu diversos países do mundo com a turnê This Is Not a Drill, a sétima de sua carreira. Ela passou por países das Américas do Norte e Sul e da Europa.
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O astro do rock, que definiu os espetáculos como a “primeira turnê de despedida” dos palcos, apresentou-se em seis capitais brasileiras, incluindo duas apresentações no Allianz Parque, em São Paulo.
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A turnê fez um percurso pela carreira do Pink Floyd e os sucessos dos álbuns “Dark Side of the Moon”, “Wish You Were Here”, “Animals”, “The Wall” entre outros.
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Waters também é famoso por expressar publicamente suas opiniões políticas. Em julho de 2024, ele declarou apoio a Nicolás Maduro nas conturbadas eleições venezuelanas. Ele chamou o candidato da oposição, Edmundo González Urrutia, de "fantoche de meias" dos Estados Unidos.
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No ano passado, Waters aproveitou a passagem de sua turnê pelo Brasil para se reunir com o presidente Lula no Palácio do Planalto.
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O cantor Paulo Miklos, do Titãs, e a primeira-dama Janja da Silva também participaram do encontro.
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Em seu perfil oficial, Lula lembrou que o britânico quis vê-lo quando o político estava preso: "Há cinco anos, Roger Waters tentou me visitar em Curitiba e foi impedido."
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"Hoje, quando ele retorna ao Brasil, nos encontramos no gabinete da presidência no Palácio do Planalto. #WishYouWereHere", completou Lula na postagem, utilizando como hashtag o título de uma das músicas mais famosas do Pink Floyd.
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O ex-Pink Floyd foi um crítico agudo de Jair Bolsonaro durante o mandato presidencial do adversário de Lula.. Em 2022, quando o político concorreu à reeleição contra Lula, Waters chamou o político do PL de "porco fascista" em entrevista à Folha de S.Paulo.
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Quatro anos antes, às vésperas de Bolsonaro ser eleito, Roger Waters gerou polêmica durante apresentações da turnê "Us + Them" no Brasil. No meio dos shows, ele manifestou-se contra o então candidato.
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"Disseram que se eu fizesse alguma coisa política no meu show depois das dez da noite, me colocariam na prisão", declarou à Folha de S.Paulo sobre show em Curitiba um dia antes do pleito.
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Na apresentação ocorrida no estádio Couto Pereira, o astro fez seu protesto: "São 9:58. Nos disseram que não podemos falar sobre a eleição depois das dez da noite. É lei. Temos 30 segundos. Essa é nossa última chance de resistir ao fascismo antes de domingo. Ele, não!"
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Waters também já fez homenagens em shows à vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018. Um telão com dados sobre o crime foi aceso durante sua performance em espetáculo ocorrido em Detroit (EUA).
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O roqueiro também costuma se posicionar a favor da causa Palestina e em tom crítico a Israel.
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Em 2015, Waters divulgou carta pedindo que os brasileiros Caetano Veloso e Gilberto Gil cancelassem um show da turnê da dupla em Israel como forma de boicote ao país do Oriente Médio.
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Durante um show em Berlim, capital da Alemanha, o cantor provocou controvérsia ao utilizar um uniforme de estilo nazista.
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Segundo ele, que foi alvo de repúdio do estado israelense, a performance foi "claramente uma declaração em oposição ao fascismo, injustiça e fanatismo em todas as suas formas".
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"Minha recente apresentação em Berlim atraiu ataques de má-fé daqueles que querem me caluniar e me silenciar porque discordam de minhas opiniões políticas e princípios morais", afirmou em comunicado nas redes sociais.
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O fato fez a Confederação Israelita do Brasil (Conib) e o Instituto Memorial do Holocausto (IMH) protocolarem pedido para que o governo cancelasse as apresentações de Waters no Brasil.
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Em resposta a essas manifestações, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, escreveu no X, antigo Twitter, que cancelar os shows seria promover censura prévia, contrariando a Constituição brasileira.
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