Cantor morreu em outubro de 1996 em decorrência de complicações causadas pelo vírus HIV
Foto: Isabela assow / Divulgação
Se estivesse vivo, Renato Russo completaria 53 anos nesta quarta-feira (27). Líder da chamada "geração Coca-Cola", é considerado quase um messias para os jovens da década de 1980, quando o rock de Brasília explodiu e marcou a história da música no País.
Batizado de Renato Manfredini Júnior, Renato Russo começou sua carreira musical ainda na década de 1970, com o Aborto Elétrico. O grupo fez parte da Turma da Colina, movimento de bandas do Planalto Central criado durante o período.
Apesar do reconhecimento de sua primeira banda, a consagração veio mesmo poucos anos depois, com o Legião Urbana - considerado um dos nomes mais importantes do cenário nacional. Entre seus maiores sucessos estão Meninos e Meninas, Será, Eduardo e Mônica, Faroeste Cabloco, entre outras.
Homossexual assumido desde os 18 anos, o "poeta do rock" permaneceu no grupo até o dia de sua morte, em 11 de outubro de 1996, em decorrência de complicações causadas pelo vírus HIV. Pesando 45 quilos em seus últimos dias, ele se descobriu soropositivo em 1989, mas não revelou a doença publicamente.
A banda encerrou suas atividades exatos 11 dias após sua morte. Em 2009, os integrantes remanescentes voltaram a se apresentar com o mesmo nome, com Toni Platão nos vocais. Amigos da década de 1980 também ajudaram a segurar os shows, como Herbert Viana, Philipe Seabra (Plebe Rude), Frejat e Dinho Ouro Preto.
Em 2012, o mesmo voltou a ocorrer, desta vez com o ator Wagner Moura ocupando o posto que foi de Renato Russo.
No próximo dia 3 de maio estreia nos cinemas brasileiros Somos Tão Jovens, longa estrelado pelo ator Thiago Mendonça que leva às telonas a dramatização da trajetória de Russo, desde a adolescência, em suas "aulinhas de inglês", até o primeiro show do Legião no Circo Voador, no Rio de Janeiro, em 1982.
Se estivesse vivo, Renato Russo completaria 53 anos nesta quarta-feira (27). Líder da chamada "geração Coca-Cola", é considerado quase um messias dos jovens da década de 80, quando o rock de Brasília explodiu e marcou a história da música no País
Foto: Ricardo Junqueira e Marcelo Benzaquém / Divulgação
Batizado de Renato Manfredini Júnior, Renato Russo começou sua carreira musical ainda nos anos 70 com o Aborto Elétrico
Foto: Ricardo Junqueira e Marcelo Benzaquém / Divulgação
O Aborto Elétrico fez parte da Turma da Colina, movimento de bandas do Planalto Central criadas durante esse período
Foto: Maurício Valladares / Divulgação
Apesar do reconhecimento de sua primeira banda, a consagração veio mesmo poucos anos depois, com a Legião Urbana
Foto: Flávio Colker / Divulgação
Entre os maiores sucessos estão Meninos e Meninas, Será, Eduardo e Mônica, Faroeste Cabloco, entre outras
Foto: Isabel Garcia / Divulgação
O "poeta do rock" permaneceu na Legião Urbana até o dia de sua morte, em 11 de outubro de 1996, em decorrência de complicações causadas pela Aids
Foto: Dario Zalis / Divulgação
Pesando 45 quilos em seus últimos dias, era soropositivo desde 1989, mas não revelou a doença publicamente
Foto: Flávio Colker / Divulgação
Renato Russo assumiu sua homossexualidade aos 18 anos
Foto: Isabela Kassow / Divulgação
A banda encerrou suas atividades exatos 11 dias após sua morte
Foto: Isabela Kassow / Divulgação
Em 2009, os integrantes remanescentes voltaram a se apresentar com o mesmo nome e com Toni Platão nos vocais. Amigos da década de 80 também ajudaram a segurar os shows, como Herbert Viana, Philipe Seabra (Plebe Rude), Frejat e Dinho Ouro Preto. Em 2012, foi a vez do ator Wagner Moura assumir o posto de Renato Russo em uma série de shows da banda que tornou o nome do cantor quase uma lenda no rock nacional