Belo e Gracyanne no tribunal: os detalhes do acordo judicial que envolveu até máquina de lavar e hidromassagem
Ex-casal sela acordo com Ministério Público e encerra capítulo criminal que agitava os bastidores do showbiz por apropriação indébita.
Belo e Gracyanne Barbosa encerraram um processo criminal de apropriação indébita de bens de um imóvel alugado, como máquina de lavar e hidromassagem. Em audiência em SP, o ex-casal firmou um Acordo de Não Persecução Penal com o Ministério Público. Cada um pagará cerca de R$ 11,5 mil à vítima, além de seis parcelas mensais de R$ 1,6 mil destinadas a instituições sociais. Com a homologação judicial do acordo e o cumprimento dos pagamentos, a punibilidade de ambos foi extinta.
No intrincado universo das celebridades, onde dramas pessoais frequentemente transbordam para o palco público, o desfecho judicial envolvendo Belo e Gracyanne Barbosa finalmente ganhou seus contornos finais.
Após um período de especulações e embates legais, o ex-casal, que recentemente teve sua separação amplamente noticiada, chegou a um acordo com o Ministério Público de São Paulo, encerrando uma ação criminal que pairava sobre suas carreiras. As informações são da colunista Fábia Oliveira do portal Metrópoles.
A movimentação jurídica, que culminou em uma audiência decisiva no último dia 23 de abril, promete trazer um alívio à imagem pública de ambos, que por anos viram seus nomes atrelados a acusações de apropriação indébita.
A Intriga por Trás dos Bastidores
De acordo com a colunista, a saga judicial remonta a um contrato de locação onde Gracyanne e Belo foram acusados de se apropriar de itens essenciais. A lista de bens supostamente retidos incluía desde uma máquina de lavar e um motor de hidromassagem até um filtro de água, avaliados em cerca de R$ 2 mil.
O Acordo que Selou o Fim
O palco para a resolução foi a 12ª Vara Criminal do Foro Central Criminal de Barra Funda, em São Paulo. Ali, sob os olhares da juíza titular, de uma promotora de Justiça, da vítima e de seus advogados, Belo e Gracyanne formalizaram um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com o Ministério Público.
O termo, que representou uma virada no processo, estabeleceu obrigações claras para ambos. Cada um dos ex-cônjuges foi determinado a pagar aproximadamente R$ 11,5 mil à vítima, David Maciel Filho. Além da compensação direta, o acordo incluiu uma cláusula de prestação mensal: durante seis meses, cada um deverá desembolsar cerca de R$ 1,6 mil, que será destinado a diferentes instituições sociais.
Impacto e Repercussões na Imagem
Com a homologação do acordo pela juíza, o caminho para a extinção da punibilidade foi pavimentado. Isso significa, na prática, que Belo e Gracyanne Barbosa não enfrentarão mais sanções criminais pelos fatos que originaram a acusação. A decisão, proferida pela 12ª Vara Criminal da Barra Funda, reconheceu o cumprimento integral das obrigações, como atestou o advogado de Belo, Dr.
Antônio Praia, e a própria Gracyanne, que afirmou ter satisfeito imediatamente suas verbas após a audiência.
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