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Turnê digital: KISS anuncia apresentações com avatares para 2028

A lendária banda de rock que desistiu da carne e osso para dominar o entretenimento digital com avatares e músicas inéditas

20 abr 2026 - 17h29
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KISS em Las Vegas: o novo concerto de hologramas em 2028
KISS em Las Vegas: o novo concerto de hologramas em 2028
Foto: The Music Journal

O KISS nunca foi apenas uma banda de rock, mas também um fenômeno de marketing mascarado de rebeldia. Hoje, enquanto o mundo ainda digere o fim das turnês físicas, Gene Simmons e Paul Stanley provam que são mestres na arte da transformação. O segredo que parou a indústria é a confirmação de que o espetáculo em Las Vegas (EUA), previsto para 2028, não será apenas um "vale a pena ver de novo", mas uma era totalmente nova com músicas inéditas compostas para seres digitais. As informações são do site especializado na indústria musical, Moneyhits.

A decisão de abandonar os palcos físicos para se tornar uma lenda virtual é o movimento mais audacioso da história do entretenimento. O KISS está deixando de ser um grupo de músicos para se transformar em um legado eterno, onde o cansaço humano não existe mais. Em um momento onde a inteligência artificial domina as discussões, eles mostram que o futuro da música não é apenas ouvir, mas viver uma experiência em 4D onde os seus ídolos jamais envelhecem.

A lista: o que esperar do novo mundo do KISS

1. O Fim do Risco Biológico: Esqueça as dores nas costas ou vozes cansadas. Os avatares criados em parceria com a Pophouse Entertainment garantem performances perfeitas todas as noites. Nas palavras de Paul Stanley, a grande vantagem de ser um ícone é poder permanecer jovem para sempre. Isso significa que o prestígio da banda será amplificado para uma escala sobre-humana, sem as limitações do tempo.

2. Músicas inéditas e digitais: o KISS não vai apenas reciclar hits. Gene Simmons revelou que canções novas já estão prontas para alimentar o poder da marca nas plataformas de streaming como o Spotify e a Apple Music. Isso mantém a chama acesa para as novas gerações, garantindo que o hard rock da banda continue relevante mesmo sem um único amplificador físico no palco.

3. O luxo da residência em vegas: A escolha da Cidade das Apostas como sede fixa elimina o caos das turnês globais e foca no espetáculo absoluto. Com telas de LED gigantes e pirotecnia de última geração coordenada por Jessica Koravos, o show promete ser uma "insana montanha-russa em 4D". É o ápice do entretenimento de luxo, onde o fã viaja para encontrar o ídolo em sua forma mais impecável.

A tendência de comportamento nos dias atuais é a busca por experiências que desafiem a realidade. Estamos vivendo a transição do ídolo real para o ídolo eterno. O KISS entendeu antes de todos que, no mundo moderno, o show nunca deve terminar; ele apenas muda de formato.

Enquanto outras lendas do rock sofrem com a despedida, o KISS se prepara para o seu "re-nascimento" tecnológico.

Para quem respira rock, essa transformação é um divisor de águas. O KISS prova que uma marca bem gerida pode atravessar décadas e se tornar uma franquia imortal. A polêmica agora não é mais se o show é "fake" ou não, mas sim o quão incrível será ver o The Demone o Starchild voando sobre a plateia em 2028, com a mesma energia de 1975.

O futuro chegou, e ele usa maquiagem e fala digitalês.

The Music Journal The Music Journal Brazil
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