Os 10 melhores discos póstumos da história segundo votação popular
Clássicos do Nirvana, George Harrison, Joy Division e mais; confira quem dominou o ranking
Discos póstumos mantêm vivo o legado de artistas e presenteiam os fãs com faixas inéditas ou especiais. Na história do rock, vários desses lançamentos viraram clássicos aclamados, como "Pearl", de Janis Joplin, lançado meses após seu falecimento e repleto de sucessos atemporais, e "Closer", do Joy Division, que chegou às lojas pouco depois da morte de Ian Curtis para se consolidar como o maior triunfo de público e crítica da banda.
O legado musical de um artista costuma permanecer vivo por muito tempo depois de sua partida e os discos póstumos servem, muitas vezes, como um grande presente para os fãs ou para novas gerações de ouvintes, reunindo faixas inéditas ou até gravações especiais.
Ao longo da história do Rock, alguns álbuns lançados após a morte de seus criadores se tornaram verdadeiros clássicos de suas respectivas discografias. É o caso de Pearl, de Janis Joplin, lançado três meses após sua morte e marcado por sucessos como "Cry Baby", "Me and Bobby McGee" e "Mercedes Benz".
Outro exemplo é Closer, segundo e último álbum de estúdio do Joy Division. Lançado em 18 de julho de 1980, apenas dois meses após a morte de Ian Curtis, o disco se tornou o maior sucesso de público e crítica da banda e é frequentemente apontado como um dos melhores trabalhos de sua época.
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