Lisa do BLACKPINK detalha apoio das colegas e foca em sua carreira solo e planos futuros
Cantora destaca laços com Jennie, Jisoo e Rosé, revela bastidores de documentário e a importância da autonomia criativa
Na estreia do documentário Always LaLisa, Lisa destacou o apoio contínuo das colegas do BLACKPINK, a quem considera irmãs, mesmo diante de seus projetos individuais. A artista ressaltou que a carreira solo tem fortalecido sua autonomia criativa e capacidade de decisão nos bastidores. Apesar do foco individual, Lisa reafirmou seu compromisso com o quarteto, ressaltando a conexão e a energia únicas que compartilham nos palcos e definindo o grupo como algo essencial em sua vida.
A cantora Lisa, integrante do grupo de K-popBLACKPINK, afirmou que suas colegas de banda — Jennie, Jisoo e Rosé — são como "irmãs" e sua "família", mesmo diante de projetos solo individuais.
Ela compartilhou essa percepção durante a estreia de seu documentário Always LaLisa no Festival Internacional de Cinema de Toronto, destacando que a comunicação entre elas se mantém ativa, com mensagens de apoio mútuo.
O documentário promete oferecer aos fãs um olhar inédito sobre o processo de trabalho da artista. Lisa mencionou que o público poderá acompanhar "todos os bastidores" de sua rotina, expressando a esperança de que o conteúdo seja apreciado. As integrantes do BLACKPINK, inclusive, já enviaram mensagens à cantora, manifestando ansiedade para assistir ao filme.
Lisa explicou a situação em uma entrevista ao E! News durante sua estreia de seu documentário Always LaLisa no Festival Internacional de Cinema de Toronto:
"Elas são como minhas irmãs. São como minha família. E claro, mesmo que estejamos fazendo coisas solo, ainda trocamos mensagens. E mesmo que Always LaLisa vá estrear em breve, eles me mandaram uma mensagem dizendo: 'Ah, mal posso esperar para assistir!'"
Nascida Pranpriya Manobal, a artista revelou que alterou legalmente seu nome para Lalisa aos 13 anos. A mudança, sugerida por uma cartomante, significava "aquela que é louvada" em tailandês, sua língua nativa.
No ano passado, Lisa disse à ELLE:
"Quando estou no palco [com o BLACKPINK], compartilho minha energia com as minhas companheiras. Se ela dá 100, eu dou 120. Nós conseguimos nos sentir. E eu amo essa energia."
A visita à vidente, prática cultural comum na Tailândia, foi uma experiência que Lisa descreveu à revista Vanity Fair em junho, aceitando a sugestão com a mentalidade de que "qualquer coisa" valeria a pena. Sua jornada como artista solo, por sua vez, tem contribuído para um maior senso de autonomia criativa. Ela enfatizou a importância de ser capaz de expressar preferências, dizendo "sim" ou "não" sem meias palavras, para que suas opiniões sejam claramente compreendidas.
Apesar do foco em sua carreira solo, Lisa reafirmou seu compromisso com o BLACKPINK. Em entrevista à ELLE em 2025, ela expressou orgulho pelas conquistas do grupo, descrevendo a energia compartilhada no palco como única: "Se ela dá 100, eu dou 120".
A cantora concluiu que o grupo é fundamental para elas, não apenas para os fãs, pois o BLACKPINK representa "nossa vida".
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