Doce Maravilha: Academia da Berlinda fala sobre o baile pernambucano que leva ao festival
No mesmo domingo de Caetano Veloso com Emicida, Paralamas e Sandra Sá, banda revisita os dez anos de Nada Sem Ela no Doce Maravilha e fala de um som formado por rádio popular, ritmos latinos e percussão de Recife.
A Academia da Berlinda chega ao Doce Maravilha com o show de dez anos de Nada Sem Ela, mas o disco é só o ponto de partida. Ao lado de Louise, cantora filha de Chico Science, que participou da faixa "Dorival", a banda pernambucana leva ao palco um som contagiante formado por cumbia, ritmos latinos e percussão.
A apresentação "10 Anos de Nada Sem Ela com Louise" está prevista para domingo, 9 de agosto, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro. No mesmo dia, o festival recebe Caetano Veloso convidando Emicida, Os Paralamas do Sucesso com o show de 40 anos de Selvagem?, Sandra de Sá retomando o álbum Sandra Sá, de 1986, Falamansa com Ruan Vitor Vaqueirinho e a Nova Orquestra tocando Bloco do Eu Sozinho.
Dentro de uma programação marcada por encontros e discos revisitados, a Academia da Berlinda ocupa outro lugar da música brasileira. O grupo parte de Olinda, passa por Recife, pelo baile, pelo rádio antigo e por uma vivência ligada a maracatu, coco, ciranda, forró, cavalo-marinho e uma herança do Manguebeat.
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